Nova Ordem Mundial e os pilares do cristianismo

Nova Ordem Mundial, este foi o tema do programa do Padre Paulo Ricardo – Parresia – esta semana (15/08).

Vale a pena ver o que ele diz, mas é preciso já destacar que ele cita a defesa da vida, da família e do direito dos pais educarem seus filhos como pilares do cristianismo e como combate central que o Papa trava na atualidade. Ressalte-se também que é luta central do Papa porque é o grande ataque dos defensores da Nova Ordem Mundial e é por onde eles querem avançar para destruir a moral judaico-cristã, moral esta que moldou a sociedade ocidental.

Então, toda vez que alguém se levanta para defender a vida humana, desde a concepção até à morte natural; defender a família tradicional formada por um homem e uma mulher ou ainda para defender o direito que os pais têm para educar seus filhos, esta pessoa não está travando uma batalha só a nível espiritual (claro, a batalha começa por aí e é aí que se consegue a vitória), mas ele está entrando em luta contra todo um sistema que quer destruir a família, menosprezar a vida humana e tirar dos pais o direito de educar os filhos para entregá-los ao poder do Estado.

Por fim, gostaria de frisar: este tema não está em voga por causa da paranóia de alguns religiosos (como afirmam alguns ignorantes), mas porque ele é urgente e se nós, os cristãos, não fizermos nada, Deus virá no fim e nos perguntará “Onde está o teu irmão?”, como fez com Abel após o assassinato de Caim.

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A fé dos primeiros cristãos de acordo com a fé da Igreja atual!

1) Considera agora qual deles é de maior valor: o pão dos anjos ou a Carne de Cristo, que é o corpo da vida.

Aquele maná vem do céu; este está acima do céu.
Aquele, do céu; este, do Senhor dos céus.
Aquele é corruptível, se guardado para o dia seguinte; este é totalmente imune de corrupção e quem o tomar piedosamente não poderá experimentar a corrupção.
Para aqueles brotou a água da pedra; para ti, o Sangue de Cristo.
Àqueles, por um momento, a água saciou; a ti o Sangue do Senhor refresca para sempre.
O povo antigo bebe e tem sede; tu, ao beberes, não podes mais sentir sede, pois, de fato, aquilo era sombra, enquanto isto é realidade
“. (Santo Ambrósio, século IV).

Eis, Amigos, a graça incomensurável dos sacramentos da Igreja, instituídos pelo Cristo nosso Deus: Eles nos dão de modo definitivo e real, nos gestos, palavras e símbolos do rito litúrgico, aquilo que era prefigurado na história do antigo povo de Deus! Sem liturgia não há cristianismo pleno e verdadeiro…

2) Coisa admirável o ter Deus feito chover o maná para sustentar com o alimento celeste os patriarcas. Por isso se disse: O homem comeu o pão dos anjos. No entanto, aqueles que comeram deste pão,todos eles morreram no deserto; o alimento, porém, que tu recebes, pão vivo que desceu do céu, comunica a substância da vida eterna e quem quer que dele comer não morrerá eternamente, pois é o corpo de Cristo.” (Santo Ambrósio, século IV).

Como pode um cristão pensar em ser fiel à fé da Igreja e das Escrituras negando uma convicção que provém dos primórdios da Igreja de Cristo, da fé mesma de nossos pais? Pense nisto!

3)‎”É realmente a verdadeira carne de Cristo que foi crucificada, sepultada; é verdadeiramente o sacramento desta carne. O próprio Senhor Jesus declara: Isto é o meu corpo.

Antes da bênção das palavras celestes era outra realidade; depois da consagração, entende-se o corpo.
Ele mesmo diz que é seu sangue.
Antes da consagração é outra coisa; depois da consagração, chama-se sangue.
E tu dizes: “Amém”; o que quer dizer: “É verdade”.
Confesse o nosso interior o que proclamam os lábios, sinta o afeto o que a palavra soa” (Santo Ambrósio de Milão, séc. IV).

4) ‎”Fixemos o olhar no sangue de Cristo e vejamos o quanto ele é precioso junto a Deus, Seu Pai, porque, derramado pela nossa salvação, levou a todo o mundo a graça do arrependimento” – São Clemente Romano – terceiro Sucessor de Pedro, séc. I.

5) ‎”Sei que sois bem dispostos com fé indefectível e credes plenamente no nosso Senhor. (Ele) por nós penetrado na carne por cravos – nós somos fruto desta bendita e divina paixão! – para elevar, com a Sua ressurreição, um estandarte pelos séculos e reunir no corpo uno da Sua Igreja o Seus santos e os Seus crentes. Ele suportou todos estes sofrimentos por nós, para que fôssemos salvos; e sofreu realmente, como realmente ressuscitou! Eu sei e creio que mesmo depois da ressurreição, Jesus Cristo era na carne. E quando Se aproximou daqueles que estavam ao redor de Pedro… tocaram-nO e, ao contato com a Sua carne e o Seu espírito, creram! Por isso eles desprezaram a morte e triunfaram sobre ela. Para associar-me à Sua paixão, eu suporto qualquer coisa!” – Santo Inácio da Antioquia, bispo do século I, morto devorado pelas feras por causa de Cristo Jesus.

Note:

(1) O santo mártir quer deixar claro que Jesus não é uma lenda: é real! Cremos a partir de fatos reais, de uma dolorosa paixão muito concreta e de uma ressurreição muito real! Num mundo de tantos mitos, cremos numa Realidade maravilhosa!

(2) Por terem visto e tocado de verdade e na verdade, nossos primeiros irmãos não tiveram medo das privações e da morte: por Cristo morto e ressuscitado enfrentaram todos os sofrimentos e triunfaram com Ele!

6) A água viva murmura dentro de mim e me diz: ‘Vem para o Pai!’ Não mais me deleitam o alimento corruptível nem os prazeres desta vida. Desejo o ‘pão de Deus’, aquele pão que é a Carne de Jesus Cristo, filho de Davi; quero por bebida o Seu Sangue, que é o amor incorruptível!“ – Santo Inácio – Bispo de Antioquia, séc. I.

Observe: (1) A água que murmura é o Espírito Santo, que nos atrai a Cristo e, por Ele, ao Pai, nossa última saudade. (2) Quanto mais o Espírito de Cristo age em nós, menos os “alimentos” deste mundo nos atraem, nos satisfazem. (3) O verdadeiro alimento, que sacia, que enche de paz e sentido é o Cristo, que teremos eternamente no Céu e, já agora, no sacramento do Seu Corpo real e verdadeiro de filho de Davi, humano, e do Seu Sangue derramado e entregue, sinal de um amor eterno e incorruptível, aquele amor pelo qual tanto ansiamos!

Conclusão

 Note, meu Amigo, como é belo ser católico: guardamos a mesmíssima fé, professada sem interrupção desde os primórdios: a nossa é a fé de Pedro e de Paulo, de Inácio de Antioquia, de Policarpo de Esmirna, de Irineu de Lião, de Lourenço, de Ambrósio, de Atanásio de Alexandria e de Agostinho de Hipona. É a fé que vem dos Apóstolos e subsistirá, pela assistência do Santo Espírito, até o fim dos tempos!

Dom Henrique Soares da Costa

Canção Nova acolhe missa tridentina

Compartilho com vocês o que acabei de ver: pela primeira vez, a Comunidade Canção Nova presenciou uma missa no rito extraordinário – missa tridentina. A Missa no rito antigo foi celebrada dia 15 de julh0/12, na Capela de Santa Rita (abaixo do Centro de Evangelização), pelo Pe. Demétrio Gomes.
Você poderá ver abaixo um trecho da homilia deste grande homem de Deus – Pe. Demétrio – na celebração da Santa Missa.

A Igreja e o limbo

Gostaria de saber sobre o que a Igreja diz a respeito do limbo. Quanto às crianças mortas sem o batismo, vão para esse lugar de felicidade natural? O limbo existe ou existiu antes da ressurreição de Cristo?

Dom Henrique

O limbo nunca fez parte da fé da Igreja; trata-se somente de um teologoúmenon, isto é, de uma opinião teológica, defendida no passado por vários teólogos católicos, mas atualmente abandonada por quase todos.

Mas, o que seria esse “limbo”? Seria um estado de “felicidade natural” no qual os mortos se encontrariam. Isto é, as crianças mortas sem o batismo ou os homens justos que, sem culpa, não conheceram a Cristo, não poderiam estar nos céus, pois não teriam recebido o batismo que nos purifica da culpa original e também não estariam no inferno, já que não tiveram culpa de não serem cristãos. Observe-seque os teólogos que defendiam a idéia do limbo tinham uma intenção reta: deixar claro que, sem Cristo, é impossível ao ser humano chegar à plenitude da comunhão com Deus. Isto é verdade; mas não é preciso recorrer à idéia do limbo, que não tem sentido. Por quê? Vejamos:

(1) A Escritura nem de longe acena para a possibilidade da existência do limbo. Também a grande Tradição da Igreja não contempla esta idéia.

(2) É verdade que todos nascemos solidários no pecado original, isto é, toda a humanidade encontra-se ferida e quebrada, numa solidariedade no fechamento para Deus: “Por meio de um só homem o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram…” (Rm 5,12). Isto faz São Paulo exclamar com pesar e realismo: “Todos pecaram e estão privados da glória de Deus…” (Rm 3,23): nascemos todos marcados pelo fechamento para Deus, pela incapacidade de agradá-lo realmente! O Apóstolo também aponta o único meio para sair dessa situação, o único meio de voltar à comunhão com Deus, à justiça de Deus: “… e são justificados gratuitamente, por sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus”(Rm 3,24). Então, para a humanidade, sem exceção, não há salvação fora de Cristo! Nisto, os que defendiam o limbo estavam corretíssimos!

Mas, atenção: se todos já nascemos marcados pelo pecado de nossos primeiros pais, simbolizados em Adão (= pecado original), todos já nascemos também – e muito mais! – marcados pela graça da salvação em Cristo Jesus: “Não acontece com o dom o mesmo que com a falta. Se pela falta de um só, todos morreram,com quanto maior profusão a graça de Deus e o dom gratuito de um só homem, Jesus Cristo, se derramaram sobre todos(Rm 5,15). Que coisa impressionante: nascemos marcados pelo pecado e nascemos marcados pela graça! Nascemos herdeiros de uma carga negativa enorme, de uma dívida impagável e, ao mesmo tempo, nascemos já com um crédito infinito: Cristo nos amou e se entregou por nós (cf. Gl 2,20). Antes que nós o amássemos, ele nos amou primeiro! Então, aqueles que, sem culpa própria, morreram sem o batismo, é verdade que tinham o pecado herdado da humanidade, mas também eram marcados pela graça daquele que morreu por todos (cf. 2Cor 5,14s): “Não acontece com o dom o mesmo que com a falta. Se pela falta de um só todos morreram, com quanto maior profusão a graça de Deus e o dom gratuito de um só homem, Jesus Cristo, se derramaram sobre todos” (Rm 5,15). Então, todos nós, marcados pela morte, somos, mais ainda, marcado pela vida, pois “onde avultou o pecado, a graça superabundou” (Rm 5,20). Assim, aqueles que, sem culpa, não receberam o batismo e viveram retamente, podem, em Cristo, receber a plenitude da salvação.

(3) Você usou uma expressão interessante: “felicidade natural”. As criancinhas mortas sem batismo e os justos não batizados sem culpa própria teriam não o céu (= felicidade sobrenatural, a vida com Deus, a vida plena do próprio Deus), mas uma felicidade somente natural. Ora, não existe para a humanidade outro destino, outra felicidade a não ser em Cristo Jesus! Não existe uma felicidade natural e outra sobrenatural: para todo ser humano, não chegar à glória de Cristo é frustrar-se, é o inferno! E por que isso? Porque fomos todos criados através de Cristo e para Cristo“Ele é a Imagem do Deus invisível, o Primogênito de toda criatura, porquenele foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra” (Cl 1,15s); “Nele (em Jesus Cristo), ele (o Pai) nos escolheu antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele no amor. Ele (o Pai) nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por Jesus Cristo, conforme o beneplácito de sua vontade, para o louvor e glória de sua graça, com a qual ele nos agraciou no Amado” (Ef 1,4-6).

Note-se bem a importância destas afirmações: toda a humanidade foi criada para participar da filiação de Cristo, o Filho Amado. Cristo é o destino único e irrenunciável do ser humano, de modo que, não chegar a ele, é frustrar-se. Não há outra felicidade para a humanidade, não há outra bênção fora de Cristo! Mesmo os nossos primeiros pais, foram criados através de Cristo e para Cristo – basta reler essas citações que coloquei acima! Concluindo, toda a felicidade natural do homem tende para a felicidade sobrenatural, que é a comunhão com o Pai através do Filho no Espírito. Não há, não pode haver, outro destino para nós!

Para concluir, você pergunta se o limbo existiu antes da ressurreição de Cristo. Não! A expressão correta é “sheol” ou “mansão dos mortos”, isto é, aquele estado de espera, de não total realização da humanidade, até que Cristo, o Primogênito dentre os mortos, arrancasse a todos dessa situação.

Paternidade e felicidade: receita certa para os homens


Um estudo elaborado por um grupo de psicólogos das universidades Universidade de Riverside, Stanford e British Columbia indica que a paternidade aumenta nos homens os níveis de felicidade em comparação com aqueles que não têm filhos, e evidenciou também que as crianças não são uma fonte de problemas.

Segundo a investigação chamada “Em Defesa da Família: As crianças estão associadas com mais alegria que penas”, os pais que participaram do estudo manifestaram um maior grau de felicidade, emoções positivas e vontade de viver que os homens sem filhos.

Do mesmo modo, contra o que comumente se acredita em várias sociedades do mundo, o estudo demonstrou que os pais são mais felizes quando estão cuidando dos seus filhos que em qualquer outro tipo de atividade cotidiana, “apesar das responsabilidades adicionais às que conduz”.

Nesse sentido, Elizabeth W. Dunn, psicóloga social da Universidade de British Columbia no Canadá, assinalou que os benefícios emocionais da paternidade se relacionam com o aumento da responsabilidade.

“Ao estar pendente dos cuidados de outra pessoa se fomenta certo altruísmo e o homem deixa de estar tão centrado em si mesmo, e partir desta óptica fomenta-se as emoções positivas”, expressou Dunn, quem esclareceu ainda que “não se trata de procurar os sentimentos positivos através dos filhos, mas sim de implicar-se em seu cuidado e educação”.

Finalmente, os investigadores indicaram que o estudo também contradiz aqueles que acreditam que os filhos são uma fonte de problemas. Segundo o estudo, os filhos não prejudicam o desenvolvimento pessoal dos pais nem limitam suas relações sociais.

 
Fonte: ACI digital

Dom Athanasius: o modo melhor de receber a Eucaristia

Os bispos são os olhos do povo, mas a cegueira de alguns deles é preocupante …

23.04.2012 – Nota de  http://www.rainhamaria.com.br  –  por Dilson Kutscher

Disse São Gregório Magno: (obra — A Regra Pastoral, ou simplesmente Pastoral — tratando dos deveres de um Bispo)

“Os bispos são os olhos do povo. Se os que governam o povo não têm luz, os que lhes estão submetidos só podem cair em confusão e erro”.

Disse também:

A Igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á – senão desaparecerá de todo – o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está se preparando um exército de sacerdotes apóstatas”.

O maior sinal que estamos vivendo o fim dos tempos se encontra na falta de respeito ao Sagrado, a substituição das coisas Sagradas de DEUS, pelas profanas do mundo. (dos homens)

INFELIZMENTE e NOVAMENTE, vemos a presença do Bispos envolvidos com a maçonaria.

A Maçonaria é uma seita secreta condenada reiteradas vezes pela Igreja Católica, e não é possível a nenhum católico ser a um tempo maçom e filho da Santa Igreja. Há uma incompatibilidade radical entre a Maçonaria e a Igreja Católica.
Por mais que os maçons procurem iludir os fiéis dizendo se tratar apenas de uma sociedade beneficente e de fins altruísticos, não é possível conciliação alguma entre as duas ideologias. Não se pode ser católico e maçom. Ficam pois assim prevenidos todos quantos estejam para se filiar à Maçonaria que incorrem na pena de excomunhão.
E como excomungados não podem participar da vida da Igreja, estão excluídos do grêmio da Santa Igreja desde o momento em que prestem o juramento maçônico. Esta excomunhão foi lançada pelos Papas Clemente XII, Bento XIV, Pio VII, Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, Pio X e Pio XI. O Código do direito Canônico nos cânones 342, 693, 1065, 1241, 1453, 2353, 2339, inculca penas contra a Maçonaria e os que a ela se filiam. (carta, esclarecendo aos católicos, do Monsenhor Ascânio Brandão)

Noticia que nos chega postada no site http://fratresinunum.com/

O famoso bispo socialista Dom Demétrio Valentini, ordinário de Jales, SP, proferiu uma palestra na terça-feira, dia 10 de abril, na Loja Maçônica Coronel Balthazar, em comemoração ao seu 53º aniversário. Segundo o Jornal da Jales, para Dom Demétrio “ambas as instituições, que tiveram grandes diferenças no passado, estão maduras o suficiente que possam prosperar proveitoso diálogo. D. Demétrio lembrou que, aos 71 anos, ainda tem mais quatro de atividade como bispo, período que poderia ser aproveitado para a aproximação de Igreja e Maçonaria. […]  Como tem bom diálogo com a Maçonaria jalesense, o bispo entende que poderia partir daqui os canais que pudessem repercutir em nível de Brasil. Segundo ele, há mais ou menos 10 anos, já houve, de maneira discreta, as primeiras tratativas neste sentido. O interlocutor com a Maçonaria, em nome da cúpula da Igreja Católica, foi  o cardeal D. Ivo Lorscheider, já falecido”. [ndr. na realidade, D. Ivo não foi cardeal, mas sim o seu primo, D. Aloísio]

n/d

O Bispo recebendo as honras da Maçonaria

 

n/d

O referido Bispo palestrando em plena maçonaria

 

Nota final de  http://www.rainhamaria.com.br

Devemos lembrar o seguinte:

Em 17 de fevereiro de 1981, a Congregação para a Doutrina da Fé publicava uma declaração que afirmava de novo a ex-comunhão para os caltólicos que dessem seu nome à seita maçônica e a outras associações do mesmo gênero, com o qual a atitude da Igreja permanece invariável, e invariável permanece ainda em nossos dias.

No Documento da Congregação para a Doutrina da Fé, com data de 26 de novembro de 1983, e que trata da atitude oficial da Igreja frente à Maçonaria, utiliza a expressão “associações maçônicas”, sem distinguir uma das outras. É vedado a todos nós, eclesiásticos ou leigos, ingressar nessa organização e quem o fizer, está ?em estado de pecado grave e não pode aproximar-se da Sagrada Comunhão. Entretanto, quem a elas se associar de boa fé e ignorando penalidades, não pecou gravemente. Permanecer após tomar conhecimento da posição da Igreja, seria formalizar o ato de desobediência em matéria grave.

Será que muitos Sacerdotes, Bispos e demais religiosos não sabem disto? (ou são rebeldes e desobedientes)

No Código de Direito Canônico, L´Osservatore Romano publicava esta Declaração da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, sobre a maçonaria:

“Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo fato de que, no novo Código de Direito Canônico, ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior. Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério relacional, seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categoria mais amplas. Permanece, entretanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja, e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas, com juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, pp. 240-241). O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação. Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983″. (Obra citada, pág. 100 e 101).

Não se pode ser católico e maçom, nem maçom católico.

Será que um Bispo pode dar este exemplo aos católicos, uma mensagem que o parecer da Igreja está ERRADO.

Que os católicos podem participar SIM da maçonaria. (tudo bem, estamos no século XXI, está tudo liberado)

O Papa, a Igreja e a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé não devem ser CONSIDERADOS E NEM OUVIDOS.

Que cada católico seja livre para seguir as novidades do mundo moderno, não ouçam mais a IGREJA, NÃO É?

Cada um faça oque bem quiser como católico!!!  (se um Bispo pode, eu também posso)

Dizendo isto, pergunto porque o Arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus, TAMBÉM insiste em participar de cerimônias na Maçonaria?

 

28.07.2011  – CAMPANHA DA FRATERNIDADE APROXIMA MAÇONARIA E IGREJA
Arcebispo de Porto Alegre Dom Dadeus Grings falou na Loja Maçônica Honra e Trabalho

n/d

Na entrada os convidados passaram por baixo de espadas, seguindo o ritual maçom, o Arcebispo é o segundo

Não vou me alongar nesta questão, imagens valem mais do que 1000 palavras.