Os 40 minutos de Esther

A vida deve ser preservada desde a concepção até à morte natural, independente de qualquer coisa. Foi com esse pensamento que a obstetra brasileira, Quésia Tamara Villamil, resolveu levar em frente a sua gravidez, mesmo sabendo que o bebê que estava sendo gerado possuía um alto grau de anencefalia (a anencefalia não é a ausência total do cérebro, como afirmam alguns). Esther, nasceu em 29 de junho de 2011 e permaneceu viva por apenas 40 minutos, mas sua mãe não se arrependa de ter dado à luz… O relato pode ser lido em http://www.nucleobemnascer.com.br/relato-de-partos/quesia-tamara
Abaixo você poderá ver o diário da gestação de um bebê com anencefalia, que não é um martírio insuportável (embora seja sofrido) como apregoam os defensores do aborto:

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Sobre catolicosconservadores
Casado, advogado, católico.

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