Relativistas incomodam muito mais

Muitos já cantaram isso: “um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam, incomodam, incomodam muito mais”. Aplico esse jingle aos relativistas frequentadores do blog. Recebo todo tipo de comentários neste blog, desde aqueles que são favoráveis a alguma notícia até aqueles que são combativos. Destaque para os comentários contra a homofobia. Mas o que mais me incomoda são aqueles comentários de pessoas que se dizem católicas, mas são plenamente relativistas em questões de fé e moral. Alguns questionam o porquê das críticas àqueles que são de outra comunidade eclesial (falam de outra Igreja, mas não é o vocabulário correto segundo o CVII), pois, segundo afirmam, todos são cristãos e servem a Deus. Ora bolas, tem muitos por aí que, com o objetivo de ganhar dinheiro, estão dizendo que servem a Deus. Este argumento de que “servem a Deus” é um pouco fajuto. Jesus mesmo advertiu que alguns matariam outros, pensando prestar culto a Deus. Outros, criticam a atitude dos católicos dizendo que eles são intolerantes. Mas esses mesmos é que não toleram qualquer crítica. Tomo aqui um parágrafo do discurso do Papa Bento XVI na Alemanha falando sobre o relativismo.

Insídias do relativismo subliminar

Vivemos num tempo caracterizado em grande parte por um relativismo subliminar que penetra todos os âmbitos da vida. Às vezes, este relativismo torna-se combativo, lançando-se contra pessoas que dizem saber onde se encontra a verdade ou o sentido da vida.

E notamos como este relativismo exerce uma influência cada vez maior sobre as relações humanas e a sociedade. Isto exprime-se também na inconstância e descontinuidade de vida de muitas pessoas e num individualismo excessivo. Há pessoas que não parecem capazes de renunciar de modo algum a determinada coisa ou de fazer um sacrifício pelos outros. Também o compromisso altruísta pelo bem comum nos campos sociais e culturais ou então pelos necessitados está a diminuir. Outros já não são capazes de se unir de forma incondicional a um consorte. Quase já não se encontra a coragem de prometer ser fiel a vida toda; a coragem de decidir-se e dizer: agora pertenço totalmente a ti, ou então, de comprometer-se resolutamente com a fidelidade e a veracidade, e de procurar sinceramente as soluções dos problemas.

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Sobre catolicosconservadores
Casado, advogado, católico.

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