Curso de teologia para leigos

Recentemente, fiquei sabendo que na Paróquia São Domingos de Poços de Caldas (não é bem na paróquia, é na escola ao lado) está sendo ministrado um curso de teologia para leigos. Pelas informaçãoes que recebi, são mais ou menos 70 líderes leigos da cidade.

Escutei uma conversa de uma pessoa afirmando que depois que começou o tal curso ela entrou em crise de fé. Mas o conselheiro espiritual dela e também sacerdote que ministra aulas no curso disse que isso era normal e que agora ela estaria amadurecendo na fé.

Outra pessoa afirmou que está muito contente, pois está aprendendo da própria Igreja coisas que não sabia.

O interessante é que a crise de fé da tal pessoa e as coisas que ela não sabia, nós já sabemos há muito tempo. Os alunos do curso estão aprendendo a se tornar adeptos da teologia da libertação. Não é crise de fé que essa senhora está passando, mas é perda de fé mesmo.

Um dos sacerdotes que ministra o tal curso deu como tarefa de casa a leitura de um livro de Leonardo Boff.

Sabendo disso, dá para imaginar a que grau de fé esse pessoal vai chegar… Queria saber se existe alguém indicando algum livro do Cardeal Ratzinger (Bento XVI) nesse tal curso. Provavelmente é censurado falar em Ratzinger. Como disse um desses padres que ministra o curso: “esse papa, quem é esse papa? ele está caduco!” ou como dizem outros padres daqui: “essas coisas (teologia tradicional/liturgia bem celebrada) valem para Roma, aqui é outra realidade!”

Afinal, que curso de teologia é esse? ou é um curso ensinando heresias e/ou ensinando a se tornar católico protestante?

Quem tiver mais informações, avise-nos…

Súplica ao Santo Padre Bento XVI pelo Ano Mariano em 2012 – 2013

Pe. Fábio, ex-padre Dalcides e suas heresias

O site http://extraecclesiamsalusnulla.blogspot.com/ fez um apanhado de heresias presentes nos livros de Pe. Fábio de Melo e do ex-padre Dalcides.

Nós católicos deveríamos ler com mais atenção os livros dos padres midiáticos, visto que, por fanatismo ou idolatria midiática, poderíamos deixar passar algumas ideias incompatíveis com a doutrina da Igreja. Adaptei o texto do site e coloco um resumo aqui:

 

Leia com atenção o trecho retirado da carta 2 página 15 do livro “Cartas entre amigos” do Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita (novo peemedebista aliado de Dilma) e veja se não há um certo relativismo nas ideias:
 
“(…) Por isso não tenho receio de afirmar que o específico das religiões não consiste em responder às perguntas, mas em nos ensinar a conviver com elas. Na tentativa de resolver os conflitos que nos afligem, corremos o risco de atentar contra a sacralidade dos fatos. Dessa forma, deixamos de plantar as flores e insistimos em chorar sobre as pedras. Diante do sobrado demolido, Cora Coralina resolveu escrever o poema, pois sabia que as palavras poderiam resguardar o significado de tudo o que as pedras insistiam em sepultar. Gosto de compreender a ressurreição de Jesus da mesma forma. Diante da ausência sentida, a saudade fez o apóstolo intuir e proclamar: “Ele está no meio de nós!”. O grito nasce do reconhecimento da transformação acontecida. Eles não eram mais os mesmos. O sobrado crístico já estava erigido na alma de cada um. João, o homem que era chamado “filho do trovão”, o homem de temperamento difícil, revestia- se de docilidade. Pedro, o homem que mal sabia falar, o homem que foi frágil até o momento da morte do melhor amigo, estava mergulhado numa coragem invejável. Eles se olhavam e percebiam que Ele não havia ido embora, mas apenas modificara a forma de ficar.

Isso retira a necessidade que temos da materialidade da ressurreição. Não importa que haja um corpo encontrado ou um corpo desaparecido. (frase copiada do teólogo liberal Torres Queiruga) O que a ressurreição nos sugere é muito mais que um corpo material. O mais importante, e o que verdadeiramente pode mover o cristianismo no tempo, não está na prova material da ressurreição, mesmo porque não a temos. O que possuímos, e isso ninguém pode contestar, é o fato de que os discípulos nunca mais foram os mesmos depois da vida, morte e ressurreição de Jesus (se não tem corpo, cadê ressurreição? – comentário meu). A declaração cristã “Ele está no meio de nós!” nos assegura a continuidade do plantio das flores. Onde existir um ser humano comprometido com as palavras e a proposta de Jesus, lá Ele estará presente. Isso não é lindo, meu amigo? Teilhard de Chardin, teólogo jesuíta, chamava isso de “cristificação do universo”. Esta mística nos permite uma aproximação ainda mais interessante da eucaristia, acontecimento ritual que nós, católicos, chamamos de “presença real de Cristo”. O que é a presença real? A matéria consagrada? O pão e o vinho somente? Não. Juntamente com as duas substâncias está o bonito e sugestivo significado da ausência. A comunidade que celebra, enquanto celebra, prepara a chegada do que vai voltar. A volta de Jesus não é apenas um acontecimento escatológico, reservado ao final dos tempos, mas induz a comunidade a um comprometimento histórico com as dores do mundo. Jürgen Moltmann, grande teólogo alemão contemporâneo, aprofunda de maneira muito preciosa o conceito de esperança. Segundo ele, a esperança cristã é sempre operante, porque nos mobiliza a atualizar no tempo a presença do esperado.Com isso, podemos saborear a espera. Ao socorrer os necessitados, podemos antecipar a volta de Jesus. Ao consolar o coração de uma mulher que perdeu um filho, e com ela sendo solidários, podemos dar início ao processo de sua cura.Isso também é celebrar o mistério eucarístico. É deitar a toalha branca sobre o altar do coração humano, reconhecendo nele a dor que precisa ser redimida, e elevá-lo, em prece, aos céus. É a ausência humana sendo curada através da presença comprometida, movida por uma esperança operante, que encontra motivos para continuar na celebração sacramental que nasceu da ausência sentida.O motivo da última ceia foi a preparação da ausência. Foi a oportunidade que Jesus teve de sacramentar em seus discípulos a coragem da continuidade. Nada mais bonito que preparar a ausência com um jantar entre amigos. O prato principal não era material. Do que eles precisavam era aprender a mística do alimento. Nós nos transformamos no que comemos. O que Jesus propunha não era um ritual de antropofagia. Comer e beber juntos significa estarmos comprometidos. O banquete não é lugar para saciar somente a fome do corpo, mas também a fome da alma. Ao estar com os que amo para me alimentar, de alguma forma eu os trago para dentro de mim.Ao interpretar a transcendência do amor interpessoal, o filósofo Gabriel Marcel intuiu que amar consiste em olhar o amado nos olhos e dizer: “Tu não morrerás jamais!”. Ele pode ter aprendido isso ao contemplar a última ceia. Cora Coralina disse a mesma coisa, mas com palavras diferentes, que você citou em sua carta: “Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico, na música de seus versos”.O amor nos socorre do esquecimento. Retira o poder definitivo da lápide, porque sobrevive na continuidade do que plantamos. Por isso a ausência é lugar de encontro. Basta exercer a força da visão poética, a via que costuma salvar o mundo de seus desesperos e ruínas.Uma bonita expressão atribuída a São João da Cruz, o grande místico cristão, nos diz que “o que podemos conhecer de Deus são as pegadas de sua ausência”, uma frase que desconcerta os religiosos ávidos por sinais concretos. O que temos de Deus são vestígios. Por isso é tão importante não perder o desejo de procurar. Encontrar respostas é satisfação temporária. O bom mesmo é a investigação que nos mobiliza. As teologias nascem dessas ausências. É a partir delas que as teologias postulam as suas verdades, porque a ausência é uma categoria cheia de sugestões.Volto à eucaristia. O que celebramos e o que vemos é muito pouco perto de tudo o que verdadeiramente significa o rito. Não podemos materializar a eucaristia, retirando-a da totalidade de sua abrangência. Digo isso, meu amigo, porque reconheço suas dores como eucarísticas. Assim como foi também a dor de Hannah Arendt, de Cora Coralina e de tantos homens e mulheres que semearam o mundo de flores e sentido.Da mesma forma que não posso reduzir a eucaristia a um detalhe de sua totalidade, também não quero reduzir sua carta a uma simples resposta.Permita-me dizer que suas perguntas, nascidas de suas ausências, saudades e indignações, em vez de me provocarem o desejo de lhe responder, fomentaram em mim muito mais silêncios que palavras. O pouco que escrevo é apenas um modo que tenho de dividir o que creio sobre tantas coisas, e que por ventura entra no contexto de suas falas. Talvez eu não tenha respondido absolutamente nada. Não importa. O mais bonito de tudo isso é saber que suas palavras me fizeram pensar nos sobrados que já reconstruí dentro de mim. Ausências às quais aprendi a atribuir sentido. Sofrimentos que antes eram capazes de me sepultar e que agora me sugerem experiência de plantio de flores.O mais importante é que no sacramental desta carta pude recebê-lo em minha casa e a seu lado deitar a toalha branca sobre o altar dos nossos significados, para juntos repetirmos no tempo o que nele não cabe. A matéria que celebramos? Ainda não sei. Vou seguir o conselho do poeta. Vou conviver com ela e saborear o seu poder de silêncio, antes de encontrar as palavras que possam dizê-la ao mundo.Obrigado pela eucaristia que sua carta me permitiu celebrar. Confesso que, ao terminar a leitura, tive o ímpeto de repetir uma expressão ritual, aquela que assegura a sacralidade da palavra proferida: “Palavra da Salvação!”. No íntimo de meu coração, rezei dizendo: “Glória a Vós, Senhor!”.

Além do Pe. Fábio, outro livro que está em voga é o livro de Dalcides Biscalquim, ex-padre salesiano e ex-apresentador de programa na TV Canção Nova. O ex-padre espargiu relativismo na sua entrevista no programa do Gabriel Chalita.

Só que é preciso ter cuidado (você pode ler, mas presta atenção) com os escritos de alguém que disse que depois de 10 anos de sacerdócio viu que não era feliz e que a sua escolha foi motivada por questões estéticas e, depois de 10 anos no ministério, realizou o sonho que ele tinha antes de ser ordenado: o matrimônio. Quer dizer então, que se eu estiver casado há 10 anos e falar que escolhi a vocação errada, posso voltar atrás e ser sacerdote, religioso ou celibatário? Queria eu entender melhor esse negócio. 

 

Canção Nova adere à reforma da reforma

Ontem (24) estava passando os olhos pela TV quando vi o Pe. Antônio José pregando na Canção Nova. Diga-se de passagem que a casula que o padre usava era bem bonita.

Mas o que mais me chamou a atenção foi o altar. Sobre o altar estavam presentes duas velas de cada lado e no meio do altar o crucifixo. Daí me lembrei que Pe. Paulo Ricardo falou sobre isso semana passada, na quinta-feira de adoração. Ele falava sobre a reforma da reforma litúrgica. Você pode ler a pregação em: http://www.salvemaliturgia.com/2011/07/reforma-da-reforma-na-cancao-nova-iii.html

Lá pelas tantas, ele fala que uma das grandes pérolas deixadas por Bento XVI é a cruz no centro do altar. Leia o que ele disse: “Na celebração da Eucaristia, Deus deve estar no centro. Para mostrar a necessidade de repensar sobre isso, Bento XVI, quando ainda era cardeal, começou um movimento litúrgico a fim de tentar colocar o Senhor no centro novamente. Ele sugeriu um passo pedagógico: colocar, no centro do altar, o crucifixo para que todos saibam que o padre está falando com Deus ao celebrar a Missa.

A Canção Nova, então, que não deixava mais o crucifixo no centro do altar, mas ao lado como se pode ver na figura abaixo, neste final de semana deu o exemplo colocando-o no centro.

Posso estar errado, mas penso que a Canção Nova será a primeira TV católica a dar passos em direção à reforma litúrgica. Para quem conhece a Canção Nova há tempo, sabe que em questão de liturgia ela tem progredido. Se você observar os cantos que eram cantados na missa antigamente, hoje quase nem são vistos. Estão mais apropriados à celebração eucarística. Claro, há muito o que melhorar, mas acho que ela está caminhando. E Deus, que é infinitamente bom, não vai deixar uma obra Sua se perder, Ele sempre enviará profetas para corrigir os erros e confirmar os acertos.

Rock é do diabo? Responde um ex-roqueiro

Quando um roqueiro se converte realmente é estranho, afinal a imagem de um evangélico e de um fã de heavy metal são bem diferentes, mas não é o caso de Dave Mustaine líder da banda de trash metal Megadeath.

Mustaine sempre teve uma vida ligada a bebidas e drogas, foi tão dedicado a isso que foi expulso da banda que fundou, o Metallica, porque não aguentaram mais o músico quando não estava sóbrio, e ele simplesmente não ficava sóbrio.

Hoje a vida de Dave mudou, convertido evangélico mudou as letras de suas músicas e muitas de suas atitudes, por isso participou do documentário “Primetime Nighline: Beyond Belief, Batle With The Devil”, uma série de reportagens sobre exorcismo e demônios que está sendo exibida na rede ABC. Na entrevista ele diz acreditar na existência do demônio: “A maior mentira que ele já contou foi que não existe. E você vê as pessoas achando que ele é vermelho, com cara de bode e rabudo, mas não. Ele é belo, como um anjo. Por que iria querer parecer um monstro? Ele pode ser igual a você. Poderia estar aqui, nesse momento. E nem saberíamos. É assustador”, afirma.

Dave foi ponderado quando perguntado se o heavy metal é coisa do diabo, segundo ele “em alguns casos é. Mas não em todos. Há bandas que acreditam em Deus e o glorificam. Oram todas as noites antes de entrar no palco”, mas vê relação entre a magia negra e a bebida: “Nem sempre que bebi estava envolvido com isso. Mas sempre que estive envolvido, estava bebendo. Então, definitivamente, há uma relação”, acredita.

O vocalista também falou sobre sua vida antes de se converter, segundo ele a “mãe era Testemunha de Jeová e me criou nessa fé. Acabei me envolvendo com bruxaria por odiar ficar batendo nas portas das casas dos outros”, disse. Ele revela também que ainda quando criança fez magia negra contra duas pessoas, uma era um garoto que praticava bullying contra ele e “sofreu um acidente de carro e algo aconteceu com parte de seu corpo”, a outra pessoa era uma garota cobiçada pelos seus colegas, “todos a desejavam, mas era fora da minha realidade. Fiz [a magia] e, no outro dia ela, estava em meu apartamento”, e com veemência completa: “Por isso acredito no lado negro. Muitos pensam que não é real, mas funciona”, afirma.

Em seu testemunho Dave Mustaine afirma ter feito “pactos de sangue. Isso foi antes de descobrirmos sobre a AIDS. Cortávamos dedos e juntávamos, nos tornando irmãos de sangue”, mas ressalta: “Não quero mais estabelecer uma comunhão espiritual e misturar minha vida com alguém que não conheço direito. A Bíblia diz que sangue é vida” e finaliza, “acho que sou mais perigoso agora que me tornei um cristão, pois estou armado com a verdade”, diz Dave Mustaine.

Fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Lula dá uma de teólogo da libertação

Não é de estranhar que o ex-presidente da República Luìs Inácio Lula da Silva saia falando besteiras. Agora, falou mais uma. Se não bastasse dar opinião sobre futebol, agora deu uma de teólogo (da libertação).

Num discurso aos agricultores em Salvador – BA ontem (21), ele comentou sobre o trecho do Sermão das Montanhas proferido por Jesus “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus”. Ele afirmou que esse negócio de Reino dos Céus para os pobres é bobagem.

Segundo ele — Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno — e ainda insistiu: – Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo. –

Ele já declarou que quer o céu aqui na terra. Ele não disse isso por si mesmo, provavelmente deve ter tirado essa ideia da cabeça de Boff ou Beto, seus amigos desde a época dos sindicatos e grandes expoentes da heresia materialista no Brasil.

Dá para ter dó de um sujeito que se contenta com o paraíso aqui na terra. Essa ideia é típica dos materialistas que querem construir um paraíso aqui na terra. Bento XVI em sua encíclia “Spe Salvi” falou sobre isso e disse que a esperança cristã está baseada na espera do Reino dos Céus e não no reino da terra.

Ademais, pensar dessa forma como o ex-presidente disse é brutal ignorância. Vai perguntar para um rico se a vida dele é um céu. Ele pode ter bem-estar, mas sabe que ainda que possua muitas coisas, seu coração anda inquieto, enquanto não encontrar descanso (parafraseando Santo Agostinho). Por quê? Porque o coração do homem, ainda que possua muitas coisas, precisa ser possuído por Aquele que possui todas as coisas. Não é riqueza nem pobreza material que leva alguém ao céu ou ao inferno, mas é a atitude do homem frente a Deus e as coisas que Ele nos deu para administrar.

Ao contrário do que disse Lula (rima com mula), nós acreditamos que lá está nosso lugar. Lá no céu! “Nós somos cidadãos do céu e é de lá que aguardamos a vinda do Salvador, o Senhor Jesus Cristo” Fl 3. 20.

 

Eufemismo: meio para suavizar a verdade

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, grande defensor da vida, escreveu um artigo sobre a identidade de gênero e a linguagem desconstrutora da verdade.

No artigo, Pe. Lodi cita o livro a ser lançado no Brasil “El género como herramienta de poder” do advogado Jorge Scala. Nele, ele afirma que o pessoal defensor da ideologia de gênero tem colocado na boca das pessoas e também na boca de padres e bispos algumas palavras para desconstruir a verdade.

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Lendo isso resolvi procurar algumas palavras que são usadas atualmente para suavizar o peso que a palavra e a ação tem. É o eufemismo – ato de suavizar a expressão de uma ideia substituindo por uma outra palavra mais polida.

Interrupção da gravidez – Aborto (assassinato de um bebê).

Antecipação terapêutica da gravidez – aborto (assassinato de um bebê).

Pró-aborto – anti-vida.

Feto – bebê não nascido.

Direitos reprodutivos / saúde reprodutiva / direitos da mulher – inclui entre os direitos o “suposto direito” da mulher em obstaculizar gravidezes, como aborto, anticoncepcionais, preservativos.

Igualdade de gênero – todos nascem sem sexo, a sociedade é que orienta o indíviduo para o masculino ou feminino.

Homoafetivos – homossexuais (pessoas com atração por pessoas do mesmo sexo).

Direitos sexuais – direito à todo tipo de “orientação” sexual.

Diversidade sexual – várias formas de expressão do pecado sexual (lesbianismo, homossexualismo, travestismo, bissexualismo, transgênero).

Ante o exposto, temos que tomar um certo cuidado ao utilizarmos essas palavras, pois com elas estamos sendo inocentes úteis nas mãos daqueles que querem desconstruir a verdade das coisas.