Curso de teologia para leigos

Recentemente, fiquei sabendo que na Paróquia São Domingos de Poços de Caldas (não é bem na paróquia, é na escola ao lado) está sendo ministrado um curso de teologia para leigos. Pelas informaçãoes que recebi, são mais ou menos 70 líderes leigos da cidade.

Escutei uma conversa de uma pessoa afirmando que depois que começou o tal curso ela entrou em crise de fé. Mas o conselheiro espiritual dela e também sacerdote que ministra aulas no curso disse que isso era normal e que agora ela estaria amadurecendo na fé.

Outra pessoa afirmou que está muito contente, pois está aprendendo da própria Igreja coisas que não sabia.

O interessante é que a crise de fé da tal pessoa e as coisas que ela não sabia, nós já sabemos há muito tempo. Os alunos do curso estão aprendendo a se tornar adeptos da teologia da libertação. Não é crise de fé que essa senhora está passando, mas é perda de fé mesmo.

Um dos sacerdotes que ministra o tal curso deu como tarefa de casa a leitura de um livro de Leonardo Boff.

Sabendo disso, dá para imaginar a que grau de fé esse pessoal vai chegar… Queria saber se existe alguém indicando algum livro do Cardeal Ratzinger (Bento XVI) nesse tal curso. Provavelmente é censurado falar em Ratzinger. Como disse um desses padres que ministra o curso: “esse papa, quem é esse papa? ele está caduco!” ou como dizem outros padres daqui: “essas coisas (teologia tradicional/liturgia bem celebrada) valem para Roma, aqui é outra realidade!”

Afinal, que curso de teologia é esse? ou é um curso ensinando heresias e/ou ensinando a se tornar católico protestante?

Quem tiver mais informações, avise-nos…

Súplica ao Santo Padre Bento XVI pelo Ano Mariano em 2012 – 2013

Pe. Fábio, ex-padre Dalcides e suas heresias

O site http://extraecclesiamsalusnulla.blogspot.com/ fez um apanhado de heresias presentes nos livros de Pe. Fábio de Melo e do ex-padre Dalcides.

Nós católicos deveríamos ler com mais atenção os livros dos padres midiáticos, visto que, por fanatismo ou idolatria midiática, poderíamos deixar passar algumas ideias incompatíveis com a doutrina da Igreja. Adaptei o texto do site e coloco um resumo aqui:

 

Leia com atenção o trecho retirado da carta 2 página 15 do livro “Cartas entre amigos” do Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita (novo peemedebista aliado de Dilma) e veja se não há um certo relativismo nas ideias:
 
“(…) Por isso não tenho receio de afirmar que o específico das religiões não consiste em responder às perguntas, mas em nos ensinar a conviver com elas. Na tentativa de resolver os conflitos que nos afligem, corremos o risco de atentar contra a sacralidade dos fatos. Dessa forma, deixamos de plantar as flores e insistimos em chorar sobre as pedras. Diante do sobrado demolido, Cora Coralina resolveu escrever o poema, pois sabia que as palavras poderiam resguardar o significado de tudo o que as pedras insistiam em sepultar. Gosto de compreender a ressurreição de Jesus da mesma forma. Diante da ausência sentida, a saudade fez o apóstolo intuir e proclamar: “Ele está no meio de nós!”. O grito nasce do reconhecimento da transformação acontecida. Eles não eram mais os mesmos. O sobrado crístico já estava erigido na alma de cada um. João, o homem que era chamado “filho do trovão”, o homem de temperamento difícil, revestia- se de docilidade. Pedro, o homem que mal sabia falar, o homem que foi frágil até o momento da morte do melhor amigo, estava mergulhado numa coragem invejável. Eles se olhavam e percebiam que Ele não havia ido embora, mas apenas modificara a forma de ficar.

Isso retira a necessidade que temos da materialidade da ressurreição. Não importa que haja um corpo encontrado ou um corpo desaparecido. (frase copiada do teólogo liberal Torres Queiruga) O que a ressurreição nos sugere é muito mais que um corpo material. O mais importante, e o que verdadeiramente pode mover o cristianismo no tempo, não está na prova material da ressurreição, mesmo porque não a temos. O que possuímos, e isso ninguém pode contestar, é o fato de que os discípulos nunca mais foram os mesmos depois da vida, morte e ressurreição de Jesus (se não tem corpo, cadê ressurreição? – comentário meu). A declaração cristã “Ele está no meio de nós!” nos assegura a continuidade do plantio das flores. Onde existir um ser humano comprometido com as palavras e a proposta de Jesus, lá Ele estará presente. Isso não é lindo, meu amigo? Teilhard de Chardin, teólogo jesuíta, chamava isso de “cristificação do universo”. Esta mística nos permite uma aproximação ainda mais interessante da eucaristia, acontecimento ritual que nós, católicos, chamamos de “presença real de Cristo”. O que é a presença real? A matéria consagrada? O pão e o vinho somente? Não. Juntamente com as duas substâncias está o bonito e sugestivo significado da ausência. A comunidade que celebra, enquanto celebra, prepara a chegada do que vai voltar. A volta de Jesus não é apenas um acontecimento escatológico, reservado ao final dos tempos, mas induz a comunidade a um comprometimento histórico com as dores do mundo. Jürgen Moltmann, grande teólogo alemão contemporâneo, aprofunda de maneira muito preciosa o conceito de esperança. Segundo ele, a esperança cristã é sempre operante, porque nos mobiliza a atualizar no tempo a presença do esperado.Com isso, podemos saborear a espera. Ao socorrer os necessitados, podemos antecipar a volta de Jesus. Ao consolar o coração de uma mulher que perdeu um filho, e com ela sendo solidários, podemos dar início ao processo de sua cura.Isso também é celebrar o mistério eucarístico. É deitar a toalha branca sobre o altar do coração humano, reconhecendo nele a dor que precisa ser redimida, e elevá-lo, em prece, aos céus. É a ausência humana sendo curada através da presença comprometida, movida por uma esperança operante, que encontra motivos para continuar na celebração sacramental que nasceu da ausência sentida.O motivo da última ceia foi a preparação da ausência. Foi a oportunidade que Jesus teve de sacramentar em seus discípulos a coragem da continuidade. Nada mais bonito que preparar a ausência com um jantar entre amigos. O prato principal não era material. Do que eles precisavam era aprender a mística do alimento. Nós nos transformamos no que comemos. O que Jesus propunha não era um ritual de antropofagia. Comer e beber juntos significa estarmos comprometidos. O banquete não é lugar para saciar somente a fome do corpo, mas também a fome da alma. Ao estar com os que amo para me alimentar, de alguma forma eu os trago para dentro de mim.Ao interpretar a transcendência do amor interpessoal, o filósofo Gabriel Marcel intuiu que amar consiste em olhar o amado nos olhos e dizer: “Tu não morrerás jamais!”. Ele pode ter aprendido isso ao contemplar a última ceia. Cora Coralina disse a mesma coisa, mas com palavras diferentes, que você citou em sua carta: “Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico, na música de seus versos”.O amor nos socorre do esquecimento. Retira o poder definitivo da lápide, porque sobrevive na continuidade do que plantamos. Por isso a ausência é lugar de encontro. Basta exercer a força da visão poética, a via que costuma salvar o mundo de seus desesperos e ruínas.Uma bonita expressão atribuída a São João da Cruz, o grande místico cristão, nos diz que “o que podemos conhecer de Deus são as pegadas de sua ausência”, uma frase que desconcerta os religiosos ávidos por sinais concretos. O que temos de Deus são vestígios. Por isso é tão importante não perder o desejo de procurar. Encontrar respostas é satisfação temporária. O bom mesmo é a investigação que nos mobiliza. As teologias nascem dessas ausências. É a partir delas que as teologias postulam as suas verdades, porque a ausência é uma categoria cheia de sugestões.Volto à eucaristia. O que celebramos e o que vemos é muito pouco perto de tudo o que verdadeiramente significa o rito. Não podemos materializar a eucaristia, retirando-a da totalidade de sua abrangência. Digo isso, meu amigo, porque reconheço suas dores como eucarísticas. Assim como foi também a dor de Hannah Arendt, de Cora Coralina e de tantos homens e mulheres que semearam o mundo de flores e sentido.Da mesma forma que não posso reduzir a eucaristia a um detalhe de sua totalidade, também não quero reduzir sua carta a uma simples resposta.Permita-me dizer que suas perguntas, nascidas de suas ausências, saudades e indignações, em vez de me provocarem o desejo de lhe responder, fomentaram em mim muito mais silêncios que palavras. O pouco que escrevo é apenas um modo que tenho de dividir o que creio sobre tantas coisas, e que por ventura entra no contexto de suas falas. Talvez eu não tenha respondido absolutamente nada. Não importa. O mais bonito de tudo isso é saber que suas palavras me fizeram pensar nos sobrados que já reconstruí dentro de mim. Ausências às quais aprendi a atribuir sentido. Sofrimentos que antes eram capazes de me sepultar e que agora me sugerem experiência de plantio de flores.O mais importante é que no sacramental desta carta pude recebê-lo em minha casa e a seu lado deitar a toalha branca sobre o altar dos nossos significados, para juntos repetirmos no tempo o que nele não cabe. A matéria que celebramos? Ainda não sei. Vou seguir o conselho do poeta. Vou conviver com ela e saborear o seu poder de silêncio, antes de encontrar as palavras que possam dizê-la ao mundo.Obrigado pela eucaristia que sua carta me permitiu celebrar. Confesso que, ao terminar a leitura, tive o ímpeto de repetir uma expressão ritual, aquela que assegura a sacralidade da palavra proferida: “Palavra da Salvação!”. No íntimo de meu coração, rezei dizendo: “Glória a Vós, Senhor!”.

Além do Pe. Fábio, outro livro que está em voga é o livro de Dalcides Biscalquim, ex-padre salesiano e ex-apresentador de programa na TV Canção Nova. O ex-padre espargiu relativismo na sua entrevista no programa do Gabriel Chalita.

Só que é preciso ter cuidado (você pode ler, mas presta atenção) com os escritos de alguém que disse que depois de 10 anos de sacerdócio viu que não era feliz e que a sua escolha foi motivada por questões estéticas e, depois de 10 anos no ministério, realizou o sonho que ele tinha antes de ser ordenado: o matrimônio. Quer dizer então, que se eu estiver casado há 10 anos e falar que escolhi a vocação errada, posso voltar atrás e ser sacerdote, religioso ou celibatário? Queria eu entender melhor esse negócio. 

 

Canção Nova adere à reforma da reforma

Ontem (24) estava passando os olhos pela TV quando vi o Pe. Antônio José pregando na Canção Nova. Diga-se de passagem que a casula que o padre usava era bem bonita.

Mas o que mais me chamou a atenção foi o altar. Sobre o altar estavam presentes duas velas de cada lado e no meio do altar o crucifixo. Daí me lembrei que Pe. Paulo Ricardo falou sobre isso semana passada, na quinta-feira de adoração. Ele falava sobre a reforma da reforma litúrgica. Você pode ler a pregação em: http://www.salvemaliturgia.com/2011/07/reforma-da-reforma-na-cancao-nova-iii.html

Lá pelas tantas, ele fala que uma das grandes pérolas deixadas por Bento XVI é a cruz no centro do altar. Leia o que ele disse: “Na celebração da Eucaristia, Deus deve estar no centro. Para mostrar a necessidade de repensar sobre isso, Bento XVI, quando ainda era cardeal, começou um movimento litúrgico a fim de tentar colocar o Senhor no centro novamente. Ele sugeriu um passo pedagógico: colocar, no centro do altar, o crucifixo para que todos saibam que o padre está falando com Deus ao celebrar a Missa.

A Canção Nova, então, que não deixava mais o crucifixo no centro do altar, mas ao lado como se pode ver na figura abaixo, neste final de semana deu o exemplo colocando-o no centro.

Posso estar errado, mas penso que a Canção Nova será a primeira TV católica a dar passos em direção à reforma litúrgica. Para quem conhece a Canção Nova há tempo, sabe que em questão de liturgia ela tem progredido. Se você observar os cantos que eram cantados na missa antigamente, hoje quase nem são vistos. Estão mais apropriados à celebração eucarística. Claro, há muito o que melhorar, mas acho que ela está caminhando. E Deus, que é infinitamente bom, não vai deixar uma obra Sua se perder, Ele sempre enviará profetas para corrigir os erros e confirmar os acertos.

Rock é do diabo? Responde um ex-roqueiro

Quando um roqueiro se converte realmente é estranho, afinal a imagem de um evangélico e de um fã de heavy metal são bem diferentes, mas não é o caso de Dave Mustaine líder da banda de trash metal Megadeath.

Mustaine sempre teve uma vida ligada a bebidas e drogas, foi tão dedicado a isso que foi expulso da banda que fundou, o Metallica, porque não aguentaram mais o músico quando não estava sóbrio, e ele simplesmente não ficava sóbrio.

Hoje a vida de Dave mudou, convertido evangélico mudou as letras de suas músicas e muitas de suas atitudes, por isso participou do documentário “Primetime Nighline: Beyond Belief, Batle With The Devil”, uma série de reportagens sobre exorcismo e demônios que está sendo exibida na rede ABC. Na entrevista ele diz acreditar na existência do demônio: “A maior mentira que ele já contou foi que não existe. E você vê as pessoas achando que ele é vermelho, com cara de bode e rabudo, mas não. Ele é belo, como um anjo. Por que iria querer parecer um monstro? Ele pode ser igual a você. Poderia estar aqui, nesse momento. E nem saberíamos. É assustador”, afirma.

Dave foi ponderado quando perguntado se o heavy metal é coisa do diabo, segundo ele “em alguns casos é. Mas não em todos. Há bandas que acreditam em Deus e o glorificam. Oram todas as noites antes de entrar no palco”, mas vê relação entre a magia negra e a bebida: “Nem sempre que bebi estava envolvido com isso. Mas sempre que estive envolvido, estava bebendo. Então, definitivamente, há uma relação”, acredita.

O vocalista também falou sobre sua vida antes de se converter, segundo ele a “mãe era Testemunha de Jeová e me criou nessa fé. Acabei me envolvendo com bruxaria por odiar ficar batendo nas portas das casas dos outros”, disse. Ele revela também que ainda quando criança fez magia negra contra duas pessoas, uma era um garoto que praticava bullying contra ele e “sofreu um acidente de carro e algo aconteceu com parte de seu corpo”, a outra pessoa era uma garota cobiçada pelos seus colegas, “todos a desejavam, mas era fora da minha realidade. Fiz [a magia] e, no outro dia ela, estava em meu apartamento”, e com veemência completa: “Por isso acredito no lado negro. Muitos pensam que não é real, mas funciona”, afirma.

Em seu testemunho Dave Mustaine afirma ter feito “pactos de sangue. Isso foi antes de descobrirmos sobre a AIDS. Cortávamos dedos e juntávamos, nos tornando irmãos de sangue”, mas ressalta: “Não quero mais estabelecer uma comunhão espiritual e misturar minha vida com alguém que não conheço direito. A Bíblia diz que sangue é vida” e finaliza, “acho que sou mais perigoso agora que me tornei um cristão, pois estou armado com a verdade”, diz Dave Mustaine.

Fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Lula dá uma de teólogo da libertação

Não é de estranhar que o ex-presidente da República Luìs Inácio Lula da Silva saia falando besteiras. Agora, falou mais uma. Se não bastasse dar opinião sobre futebol, agora deu uma de teólogo (da libertação).

Num discurso aos agricultores em Salvador – BA ontem (21), ele comentou sobre o trecho do Sermão das Montanhas proferido por Jesus “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus”. Ele afirmou que esse negócio de Reino dos Céus para os pobres é bobagem.

Segundo ele — Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno — e ainda insistiu: – Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo. -

Ele já declarou que quer o céu aqui na terra. Ele não disse isso por si mesmo, provavelmente deve ter tirado essa ideia da cabeça de Boff ou Beto, seus amigos desde a época dos sindicatos e grandes expoentes da heresia materialista no Brasil.

Dá para ter dó de um sujeito que se contenta com o paraíso aqui na terra. Essa ideia é típica dos materialistas que querem construir um paraíso aqui na terra. Bento XVI em sua encíclia “Spe Salvi” falou sobre isso e disse que a esperança cristã está baseada na espera do Reino dos Céus e não no reino da terra.

Ademais, pensar dessa forma como o ex-presidente disse é brutal ignorância. Vai perguntar para um rico se a vida dele é um céu. Ele pode ter bem-estar, mas sabe que ainda que possua muitas coisas, seu coração anda inquieto, enquanto não encontrar descanso (parafraseando Santo Agostinho). Por quê? Porque o coração do homem, ainda que possua muitas coisas, precisa ser possuído por Aquele que possui todas as coisas. Não é riqueza nem pobreza material que leva alguém ao céu ou ao inferno, mas é a atitude do homem frente a Deus e as coisas que Ele nos deu para administrar.

Ao contrário do que disse Lula (rima com mula), nós acreditamos que lá está nosso lugar. Lá no céu! “Nós somos cidadãos do céu e é de lá que aguardamos a vinda do Salvador, o Senhor Jesus Cristo” Fl 3. 20.

 

Eufemismo: meio para suavizar a verdade

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, grande defensor da vida, escreveu um artigo sobre a identidade de gênero e a linguagem desconstrutora da verdade.

No artigo, Pe. Lodi cita o livro a ser lançado no Brasil “El género como herramienta de poder” do advogado Jorge Scala. Nele, ele afirma que o pessoal defensor da ideologia de gênero tem colocado na boca das pessoas e também na boca de padres e bispos algumas palavras para desconstruir a verdade.

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Lendo isso resolvi procurar algumas palavras que são usadas atualmente para suavizar o peso que a palavra e a ação tem. É o eufemismo – ato de suavizar a expressão de uma ideia substituindo por uma outra palavra mais polida.

Interrupção da gravidez – Aborto (assassinato de um bebê).

Antecipação terapêutica da gravidez – aborto (assassinato de um bebê).

Pró-aborto – anti-vida.

Feto – bebê não nascido.

Direitos reprodutivos / saúde reprodutiva / direitos da mulher – inclui entre os direitos o “suposto direito” da mulher em obstaculizar gravidezes, como aborto, anticoncepcionais, preservativos.

Igualdade de gênero – todos nascem sem sexo, a sociedade é que orienta o indíviduo para o masculino ou feminino.

Homoafetivos – homossexuais (pessoas com atração por pessoas do mesmo sexo).

Direitos sexuais – direito à todo tipo de “orientação” sexual.

Diversidade sexual – várias formas de expressão do pecado sexual (lesbianismo, homossexualismo, travestismo, bissexualismo, transgênero).

Ante o exposto, temos que tomar um certo cuidado ao utilizarmos essas palavras, pois com elas estamos sendo inocentes úteis nas mãos daqueles que querem desconstruir a verdade das coisas.

A oração de Jesus foi ouvida?

Comecei a ler recentemente o livro “Jesus de Nazaré – Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição” de Bento XVI. Não é necessário tecer elogios ao livro. Há alguns pontos muito interessantes no livro e gostaria de começar a comentá-los aqui.

Bento XVI falando sobre a Oração Sacerdotal – Evangelho de São João cap. 17 – diz que Rudolf Bultman  afirmou que a unidade pedida por Jesus não é uma unidade visível, porque não é de “modo algum um fenômeno do mundo”. Mas, segundo Ratzinger, embora ela não seja um fenômeno do mundo, ela deve sim ser visível para que o “mundo reconheça” (Jo 17,23). Uma unidade que “só é possível a partir de Deus e por meio de Cristo, mas uma unidade que aparece de modo tão concreto que se torna evidente a força presente e operante de Deus

Analisando este capítulo cheguei à conclusão que, em certo sentido, essa unidade pedida por Jesus na oração sacerdotal foi ouvida pelo Pai. Mas como, se não vemos os cristãos unidos?

Mas, olhando para a Igreja vemos que há certa unidade. Nela, os cristãos (membros do Corpo de Cristo) estão unidos em coisas que, só a partir de Deus e por meio de Cristo ela se realizou. Como diz Bento XVI, essa unidade que é ”humanamente inexplicável com base nas forças próprias da humanidade“. Isso acontece na Igreja, uma unidade inexplicável na liturgia, na doutrina, na fé, na caridade.

Vejamos:

Na liturgia há uma unidade que só pode vir de Deus – unidade no rito, embora há vários ritos para celebrar os sacramentos, os ritos têm um único objetivo: trazer Deus às almas e fazê-las inseridas na vida divina. Além disso, vemos que as fórmulas para realização dos sacramentos são um só. Ainda que o rito seja diferente, por exemplo, a fórmula válida para a consagração do pão e do vinho é igual.

A doutrina constante da Igreja (a verdadeira e não um simulacro de doutrina) é una. Em qualquer parte do mundo, a doutrina anunciada é a mesma de tantos séculos. Alguém poderia dizer que não é bem assim. Mas se você for estudar, você verificará que aquilo que foi anunciado no passado, continua sendo anunciado até hoje, talvez com linguagens atualizadas, mas a essência não mudou.

 A fé da Igreja é una. Os cristãos católicos crêem naquilo que está contido no credo e no catecismo. Negar algum símbolo do credo é, no mínimo, amputar a fé. O que a Igreja crê hoje, creu no passado.

Por fim, há unidade na pregação e na vivência da caridade. Qualquer cristão que se reconheça e viva como tal, sabe que a caridade é necessária para se chegar à maturidade da idade de Cristo (cf. Ef. 4,13)

Nesse sentido, podemos afirmar, com certeza, que Jesus já vê a sua oração ao Pai respondida. Claro, não respondida na sua integralidade, mas como que uma pequena amostra da unidade que virá depois…

Rezemos para que a unidade visível dos cristãos se realize neste tempo.

 

CNBB, Leonardo Boff

Vice-ministro para Assuntos Religiosos da China, Jiang Jianyong, é sorridentemente recebido secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Vice-ministro para Assuntos Religiosos da China, Jiang Jianyong, é sorridentemente recebido pelo secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Semana passada o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, recebeu o Vice-ministro para Assuntos Religiosos da China, Jiang Jianyong (foto acima). E o que tem de errado nisso, poderia perguntar alguns. 

Acontece que esse vice-ministro para Assuntos Religiosos da China é membro d órgão estatal que regula e supervisiona as atividades da cismática Associação Patriótica Católica Chinesa, a associação que tem sagrado bispos ilegítimos (não aceitos por Roma) e excomungados pela lei canônica.

O secretário da CNBB disse que mostrou para eles toda a estrutura da Igreja do Brasil. Será que ele não vê nenhuma incoerência em recebê-los? É um grupo cismático. Será que ele também receberia os bispos da Fraternidade São Pio X?

- Mais uma para esquentar a semana: Deu no Jornal Estado de São Paulo a notícia de que Leonardo Boff, reunido com mais de 360 líderes, foi aplaudido de pé ao afirmar que a Heresia da Libertação continua viva, exemplo disso é o Partido dos Trabalhadores (PT), Pastoral da Terra, etc…

Ele voltou a atacar os dois últimos papas dizendo que eles tentaram barrar a Teologia da Libertação. Segundo ele, “Ratzinger entrará na história como inimigo dos pobres”, disse. “A teologia se inspira no Cristo libertador e não no marxismo, que já morreu”, advertiu. “Marx não foi pai nem padrinho da Teologia da Libertação.”.

E ainda tem leigo, padre e bispo que ouve esse herege. Um teólogo que critica um papa reinante e um papa que já é beato, pode ser considerado católico?

Harry Potter: o perigo por trás do filme

Neste mês de julho, estreia no cinema a última saga de Harry Potter. Como todos sabem, a saga está recheada de magia. No filme não há diferença entre a magia branca e a magia negra. No entanto, grandes entendidos na questão dizem que não é bem assim. Aliás, alertam contra os perigos que existem por trás do filme.

Em uma entrevista a uma Agencia Italiana Ansa, o Padre Gabriele Amorth disse: “Por detrás de Harry Potter se esconde a assinatura do rei das trevas, o diabo!”

Com suas décadas de experiência em exorcismos e na luta direta com o Mal, Padre Gabriele Amorth diz que nos livros de Harry Potter contêm inúmeras referencias positivas à magia e a “arte satânica”, ainda notou que os livros tentam fazer uma falsa distinção entre a Magia Negra e Magia Branca, quando na verdade a distinção “não existe, porque a magia é sempre uma volta para o diabo.”

Em Março de 2006 (lifesitenews.com) Padre Gabriele Amorth diz: “Você começa com Harry Potter, que aparece como um Mago simpático, mas você acaba com o Diabo. Não há duvidas que a assinatura do Príncipe das trevas esta claramente dentro destes livros.”…..e Padre Amorth continua: “Lendo Harry Potter uma jovem criança será arrastada para a magia e a partir dai, é um simples passo para o Satanismo e o Diabo.”

Já o Cardeal Ratzinger – hoje Papa Bento XVI – escreveu em 2003 para o mais conhecido crítico de Harry Potter, Gabriele Kuby, e disse: “É bom que você esclareça as pessoas sobre Harry Potter, porque estas são seduções subtis, que agem despercebidas e por isso distorcem profundamente o cristianismo na alma, antes mesmo que possa crescer adequadamente.”, considerando assim que as obras são voltadas potencialmente para o público infantil e juvenil.

O critico, Gabriele Kuby, faz uma consideração que penso ser de fundamental importância sobre Harry Potter: “Os livros de Harry Potter corrompem os corações dos jovens, e não lhes permite desenvolver um adequado sentido do bem e do mal, danificando assim a sua relação com Deus durante os anos de infância.”

É mister alertar os adolescentes e jovens do perigo do tal filme. Ademais, são eles os mais influenciados pelas ideias constantes no filme.

Os 300 da Áustria.

Li em algum comentário do blog do Jorge Ferraz alguém dizendo que não gosta de blogs católicos que ficam noticiando desgraças. Concordo com ele, mas infelizmente na atualidade a gente só vê absurdos. Coloco abaixo mais um desses absurdos de alguns clérigos católicos da Áustria. É um excerto do blog fratresinunum.

Fiz uma alusão aos 300 de Esparta, embora lá os 300 guerreiros lutavam para defender Esparta do avanço das tropas do Rei Xerxes; já na Áustria, os 300 “guerreiros” lutam até a morte para defender o avanço das ideias dos inimigos da Igreja.

Mais de 300 dos 4.200 padres da Áustria pediram para tomar parte na Aufruf zum Ungehorsam (Conclamação à Desobediência), uma iniciativa lançada em junho.

A Conclamação à Desobediência cita “a recusa romana de uma reforma da Igreja que já deveria ser feita há muito tempo e a inação dos bispos”. Os padres que apóiam o documento pedem:

  • oração pela reforma da Igreja em cada celebração litúrgica, uma vez que “na presença de Deus há liberdade de discurso”;
  • que não se negue  a Santa Eucaristia a “crentes de boa fé,” incluindo cristãos não católicos e àqueles que recasaram fora da Igreja;
  • que se evite oferecer Missa mais de duas vezes no domingo e domingos e dias santos e que se evite fazer uso de visitas a padres – realizando em vez disso uma “auto-designada” Liturgia da Palavra;
  • que se descreva a tal Liturgia da Palavra com a distribuição da Santa Comunhão como uma “celebração Eucarística sem Sacerdote”; “assim, cumprimos a obrigação dominical em tempos de escassez de sacerdotes” ;
  • que se “ignore” as normas canônicas que restringem a pregação da homilia ao clero para opor-se a fusões de paróquias, insistindo, em vez disso, que cada paróquia tem o seu próprio líder individual, “seja homem ou mulher”;
  • que se “use cada oportunidade de falar abertamente a favor da admissão dos casados e das mulheres ao sacerdócio”.

Diante de tamanhos absurdos só podemos dizer como Cristo: “Pai perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”

Aborto: sinal de perda da identidade

Posto aqui entrevista feita ao padre Robert Gahl, professor adjunto de Ética na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, realizada por Mark Riedemann para o programa “Deus chora na terra”, produzido por ‘Catholic Radio and Television Network’, (CRTN), em colaboração com a organização católica Ajuda à Igreja que Sofre.

- O aborto é um sofrimento universal: 53 milhões de abortos no mundo. Em alguns países, mais de 70% das mulheres já abortaram. Por que essas questões ficaram tão presentes hoje: aborto, eutanásia?
– Padre Gahl: Bom, é um paradoxo, triste, que evoca o pecado original. Adão e Eva tentaram ficar no lugar de Deus, ser deuses no lugar dele. Os seres humanos tentam dominar o poder divino, o poder sobre a origem da vida, e controlar o começo da vida de um jeito que é contrário ao desígnio de Deus, e, por isso mesmo, contrário ao desígnio do amor. E eles se sentem poderosos durante um instante. Pode ser até que eles achem que conseguiram. Mas logo depois eles sentem a frustração e a negação da sua própria identidade, porque essa identidade é a identidade do amor, porque eles foram feitos para o amor. O nosso coração foi feito para o amor. Mas em vez de ser pessoas apaixonadas, em vez de apertar os nossos laços familiares, nós viramos meros construtores, gente que controla produtos. Se o nosso poder de dar vida é simplesmente produzir elementos que se encaixam no “fui produzido”, ou no “sou só o final da linha de um sistema de produção mecanizado”, isso é só a negação da minha própria dignidade como filho de Deus. E como filho dos meus pais.

- Olhando para trás, qual foi o momento em que surgiu no horizonte essa aceitação do aborto, da pesquisa com células-tronco, da eutanásia?
- Padre Gahl:
O aborto, infelizmente, é tão estendido por tantas partes do mundo que, hoje, muita gente, até os documentos da ONU, acham que ele é um direito reprodutivo. A origem disso é a revolução sexual, que não foi uma revolução de libertação, mas uma revolução do narcisismo, do desespero, de cortar laços, afeto, amizade e amor pelos outros. E no centro dessa revolução sexual nós tínhamos o desenvolvimento dos anticoncepcionais químicos, que permitiram o sexo sem bebês, ou seja, as pessoas podiam ter o prazer da sexualidade só como uma busca egoísta. E eles desconectaram a ordem intrínseca, orientada ao dom da vida; desconectaram a sexualidade dos compromissos sérios de amor, de formar uma família, e, claro, de ser pais e mães. É uma diminuição da dignidade humana. Eu considero que o problema do aborto é que é um sinal de alerta. É uma luz vermelha que está arrancando vidas, mas que indica uma coisa que é mais onipresente ainda, e que está mais profundamente enraizada na nossa sociedade do que você possa imaginar.

- E o que é?
- Padre Gahl:
É a perda da própria identidade. Da nossa identidade que participa do poder criador de Deus, e que chama a pessoa a ser mãe e pai.

- O aborto é justificado quase sempre como o direito de escolha. Mas também como um apelo ao amor. Por exemplo, algumas pessoas dizem que acham melhor abortar do que criar um filho sem amá-lo. Como é que nós chegamos a esta situação invertida, em que a morte é justificada por amor?
- Padre Gahl
: O verdadeiro amor humano é incondicional. Quando você ama alguém, não interessa o que acontece. Não interessa, você vai cuidar. Se ele fica doente, se ele fica paralisado por causa de um acidente de carro, você vai cuidar dele pelo resto da vida. Naquele outro tipo de amor, que é uma forma de amor egoísta, você só se entrega a alguém enquanto quer. O aborto, nesse tipo de amor manipulado, vira um meio de saída. Nós temos que mudar completamente e dizer que precisamos aceitar a todos, toda vida humana. Como dizia a Madre Teresa: não existem filhos não desejados; se existe uma criança que alguém diz que não é desejada, tragam para mim, eu vou cuidar dela, porque eu desejo essa criança. E essa é a verdade. Se alguém foi capaz de dizer que o aborto nos permite agir com um cuidado altruísta, porque evita dificuldades, esta lógica nos leva de um modo trágico, eu até diria de um modo assassino, a afirmar que os deficientes não deveriam existir. Isso é a negação de toda dignidade humana.

– Nós passamos da vida como algo intrinsecamente importante a enfatizar a qualidade de vida. A mudança para a qualidade de vida coloca a pergunta: Qual é a minha qualidade de vida? Eu estou tendo qualidade de vida? Isto aponta para os deficientes: eles estão tendo a qualidade de vida que deveriam ter? Isso não coloca em questão a própria vida deles?
- Padre Gahl:
Claro. Uma parte dessa lógica aberrante leva também a julgar cada um de nós com base no nosso rendimento. O meu valor se baseia no que eu posso fazer pela sociedade. Se num dado momento os meus resultados são decepcionantes, por doença, por um erro, por estar num setor da economia que o consumidor não deseja mais, então eu não seria mais necessário, e, aí, deixaria de ser importante.

– O maior dom de Deus à humanidade foi o dom de co-criar a vida com Ele. O que faz o aborto ao quebrar esta relação entre o homem e Deus?
- Padre Gahl
: Nos esquecemos às vezes, devido ao “cientificismo” – que reduz tudo ao fato científico – que o começo de uma nova vida humana não só vem de um homem e uma mulher, mas também de Deus. Exige a participação de três pessoas, porque a alma humana é imaterial. É a alma espiritual que é criada direta e imediatamente por Deus. Por isso, quando um homem e uma mulher unem-se para ter um filho, é também – tanto ou mais – filho de Deus. Daí que, se quisermos recuperar este respeito pela vida, será porque teremos voltado a tomar consciência do papel de Deus ao dar a vida e, pelo mesmo, deste poder que temos dentro de nós, que é na realidade um poder divino e transcendente. Trata-se de um poder criador pelo qual quase temos Deus na palma da mão, porque podemos dizer-lhe, em certo sentido, quando criar uma nova alma humana. Portanto, se renovarmos esse respeito pela intervenção de Deus, Ele nos ajudará também a nos respeitarmos uns aos outros como imagens de Deus, como outros Cristos.

– Em países como a Rússia, mais de 70% das mulheres abortaram. A proporção de abortos em algumas províncias russas pode alcançar os oito ou dez abortos por mulher, porque o utilizam como um meio de controle de natalidade. Na China, a política de um só filho obriga as mulheres a abortar. Que impacto espiritual e psicológico tem isso na sociedade?
- Padre Gahl
: No leste europeu, onde vemos índices tão altos de abortos, que frequentemente se associam a altos índices de suicídios, alcoolismo e depressões graves, há uma sensação de niilismo, de perda total do sentido da vida. Isso ocorre em uma sociedade que não se baseia no amor a seus filhos. É necessário que isso mude. Graças a Deus, em alguns desses países está-se notando uma tendência na direção correta. Na Federação Russa, por exemplo, tem havido ultimamente um aumento na taxa de natalidade. A proporção de abortos continua muito alta, mas fica a esperança de que este aumento da taxa de natalidade continue, de modo que o índice de abortos caia.

- Que mais a Igreja pode fazer neste tema?
- Padre Gahl
: Em primeiro lugar, quando pensamos na “Igreja”, tendemos a pensar na hierarquia – em nós, sacerdotes, bispos, o Papa –, mas na realidade a Igreja é o conjunto de todos os cristãos batizados. A Igreja é uma família, por isso precisamos que todos – todos os cristãos batizados – aceitem a vida com amor. Precisamos também de ajuda nos centros para mulheres grávidas. A Igreja magisterial, a Igreja hierárquica, evidentemente, tem de ser também coerente com os princípios da teologia moral católica sobre o tema.
A Igreja há de continuar seguindo o exemplo de Karol Wojtyla, que, como arcebispo de Cracóvia, abriu centros de ajuda para mulheres em situações de crise. Mas na realidade tudo se reduz a isso: Deus é amor. Sou filho de Deus. Sou feito à imagem de Deus, por isso tenho de fazer presente entre os demais seres humanos o rosto de Deus, que é o rosto do amor. Se fizermos isso em todas as nossas relações humanas, se mostrarmos de verdade respeito pela dignidade humana, se mostrarmos respeito e amor pelas pessoas que sofrem, então podemos começar a recuperar os princípios que são necessários para que toda vida humana seja aceita. A vida então não será jamais considerada só um produto, como os bebês que são feitos num tubo de ensaio segundo os desejos de algum fabricante.
Voltando atrás, gostaria de acrescentar que precisamos recuperar nossa sexualidade, assim como a consciência de que a sexualidade é sagrada, e precisamos, portanto, viver a modéstia e o respeito pela nossa sexualidade e nossos desejos sexuais com castidade e fortaleza, de modo que nos preparem para dar vida dentro da estrutura da família.

 

“Leonardo Boff não tem nada de cristão” afirma filósofo

Caros leitores, coloco aqui entrevista de um filósofo brasileiro que diz acreditar em Deus (coisa rara de se ver). Fala dos erros da Teologia da Libertação (e olha que ele nem é católico!) Se você não tiver preguiça leia até ao fim da entrevista, é imperdível!

Jerônimo Teixeira,  Revista Veja

O Filosófo ataca o esnobismo hipócrita dos “jantares inteligentes” e explica por que considera o cristianismo moralmente superior à pregação materialista

Luiz Felipe Pondé (foto), 52, é um raro exemplo de filósofo brasileiro que consegue conversar com o mundo para além dos muros da academia. Seja na sua coluna semanal na Folha de S.Paulo, seja em livros como o recém-lançado O Catolicismo Hoje (Benvirá), ele sabe se comunicar como o grande público sem baratear suas ideias.

Mais rara ainda é sua disposição para criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares. Pondé é um crítico da dominância burra que a esquerda assumiu sobre a cultura brasileira.

Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, Pondé, em seus ensaios, conseguiu definir ironicamente o espírito dos tempos descrevendo um cenário comum na classe média intelectualizada: o jantar inteligente, no qual os comensais, entre uma e outra taça de vinho chileno, se cumprimentam mutuamente por sua “consciência social”.

Diz Pondé: “Sou filósofo casado com psicanalista. Somos convidados para muitos jantares assim. Há até jantares inteligentes para falar mal de jantares inteligentes.

Estudioso de teologia, Pondé considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular.

Eis um pensador capaz de surpreender quem valoriza o rigor na troca de ideias.

Em seus ensaios, o senhor delineou um cenário exemplar do mundo atual: o jantar inteligente. O que vem a ser isso?

É uma reunião na qual há uma adesão geral a pacotes de ideias e comportamentos. Pode ser visto como a versão contemporânea das festas luteranas nas Dinamarca do Século 19, que o filósofo Soren Kierkegaard criticava por sua hipocrisia. Esse vício migor de um cenário no qual o cristianismo era base da hipocrisia para uma falsa espiritualidade de esquerda. Como a esquerda não tem a tensão do pecado, ela é pior do que o cristianismo.

Como assim?

A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.

Quais são os temas mais comuns da conversa em um jantar desses?

Filhos são um tema recorrente. Todos falam de como seus filhos são diferentes dos outros porque frequentam uma escola que cobra R$ 2.000 por mês, mas é de esquerda e estuda a sério o inviável modelo econômico cubano.

Ou dizem que a filha já tem consciência ambiental e trabalha e uma ong que ajuda as crianças da África. Também se fala sempre de algum filme chatíssimo de que todos fingem ter gostado para mostrar como têm repertório. Mais timidamente, há certa preocupação com a saúde e o corpo.

Reciclar lixo, e mais recentemente, andar de bicicleta também são temas valorizados. Sempre se fala mal dos Estados Unidos, mas Barack Obama é um deus. Fala-se mal de Israel, sem conhecer patativa da história do conflito israelo-palestino. Mas, claro, é obrigatório enfatizar que você é antissionista, mas não antissemita, pois em jantar inteligente muito provavelmente haverá um judeu – apesar de serem muitas vezes judeus em crise consigo mesmos, o que é bem típico dos judeus.

Que assuntos são tabus?

Imagine dizer em uma reunião na Dinamarca luterana de Kierkegaard que algumas mulheres são infelizes porque não chegam ao orgasmo. Seria um escândalo.

Simetricamente, hoje é um escândalo dizer que as mulheres emancipadas e donas de seu nariz estão mesmo é loucas de solidão. No jantar inteligente, você tem sempre de dizer que a emancipação feminina criou problemas para as mulheres, que os homens aprenderam a ser sensíveis e que uma mulher nunca vai dar um pé no homem que se mostre sensível demais.

Os jantares inteligentes misturam cardápios interessantes — pratos peruanos ou, sei lá, vietnamitas – como papo-cabeça, mas servem à mesma função que os jantares dos pais dessas pessoas cumpriam: passar o tempo. Os problemas amorosos, sexuais e profissionais são os mesmos, mas todos se acham bem resolvidos. Costumo provocar dizendo que há 100 anos se fazia sexo melhor. Tinha mais culpa e pecado, Hoje, todos mundo diz que tem um desempenho maravilhoso, e que vive uma relação de troca plena com o seu parceiro ou parceira.

Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.

Quando começaram os jantares inteligentes?

A matriz histórica são os filósofos da França pré-revolucionária. Os saraus, os jantares em casa de condessas e marquesas eram então uma atividade da burguesia, ou de uma aristocracia falida, aburguesada. Eram uma das formas que a burguesia usava para constituir sua identidade, para mostrar que tinha cultura e opiniões. Mas era um grupo de vanguarda, que discutia a fratura e crises do pensamento. Nos jantares de hoje, a inteligência tem a mesma função do vinho chileno.

Não há lugar para um pensamento alternativo nem na hora da sobremesa?

Não. A gente anos de ditadura no Brasil. Mas, quando ela acabou, a esquerda estava em sua plenitude. Tomou conta das universidades, dos institutos culturais, das redações de jornal. Você pode ver nas universidades, por exemplo, cartazes de um ciclo de palestras sobre o pensamento de Trotsky e sua atualidade, mas não se veem cartazes anunciando conferência sobre a crítica à Revolução Francesa de Edmund Burke, filósofo irlandês fundamental para entender as origens do conservadorismo.

Não há um pensamento alternativo à tradição de Rousseau, de Hegel e de Marx. Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: “Ele não matou muita gente?” A professora se vira para a menina e responde: “O seu pai também mata muita gente de fome”. O que autorizou uma professora usar esse tipo de argumento é o status quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão e legitima esse tipo de julgamento moral sumário.

Como essa tendência se manifesta na universidade?

O mundo das ciências humanas, em que há pouco dinheiro e se faz pouca coisa, é dominado pela esquerda aguada. Há muitos corporativismo e a tendência geral de excluir, por manobras institucionais, aqueles que não se identificam com a esquerda.

Existe ainda a nova esquerda, para a qual não é mais o proletariado que carrega o sentido da história, como queria Marx. Os novos esquerdistas acreditam que esse papel hoje cabe às mulheres oprimidas, aos índios, aos aborígenes, aos imigrantes ilegais. Esses segmentos formariam a nova classe sobre a qual estaria depositada a graça redentora. Eu detesto política como redenção.

Por que a política não pode ser redentora?

O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Ao lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega.

Essa visão do homem sem responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.

Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?

Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.

Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?

Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo.

Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.

O senhor acredita em Deus?

Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.

Por que o senhor deixou de ser ateu?

Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

Comentários do blogueiro Jorge Ferraz:

É bem verdade que – como disse o frei Rojão

– “[u]m filósofo que conclui a existência de Deus é realmente um filósofo, não estes garotinhos mimados de classe média que leram Dawkins, que nem é cientista, nem filósofo”; e, nos tempos de indigência intelectual nos quais vivemos, isto é digno de ser mencionado e celebrado. Ainda mais quando o filósofo em questão – o Luiz Felipe Pondé – não é um cardeal católico, nem um piedoso padre católico, nem um renomado teólogo católico. Não é nem sequer um católico. Que, aliás – para horror dos livres-pensadores modernos -, foi ateu por muito tempo, até começar “a achar o ateísmo aborrecido”.

“Aborrecido”! É talvez dos mais elegantes adjetivos que eu vi serem usados recentemente para se referir – com propriedade – ao ateísmo. A miséria intelectual auto-elevada – ridicularmente – ao patamar de única posição socialmente aceitável, provocando os maçantes jantares aos quais o Pondé se refere com tanto bom humor. Como se fossem uma decrépita cerimônia ritual onde os velhos fiéis de uma religião sem fé bajulam-se mutuamente, em um mecanismo de auto-afirmação que é a antítese perfeita dos cultos religiosos onde os fiéis confortam-se uns aos outros. Nem mesmo nisso eles são originais. O diabo só faz mesmo tocar cover das canções do Céu.

E o ateísmo é aborrecido, porque auto-limitado. Porque pobre, raso, estéril. Incapaz de satisfazer aos anseios humanos mais profundos – insistindo em ficar às margens e negar a existência do oceano que se descortina diante dele. Um bufão que se julga rei, emitindo ordens disparatadas em sua estultície e rasgando as vestes, espantado, ao perceber serem bem poucos os que o levam minimamente a sério para além das mesas dos “jantares inteligentes”.

Hugo Chávez e a morte

Chávez participa de missa na Venezuela. Foto: Reuters

Todos sabem quem é Hugo Chávez, o presidente quase ditador da Venezuela, perseguidor de oposicionistas como Alejandro Peña Esclusa e de membros da hierarquia católica. Chegou várias vezes a afirmar que Jesus era comunista e que os bispos (que se opunham a ele) deveriam se calar.

Mas agora o negócio encardiu para o lado dele. Ele está sofrendo de câncer no intestino. Sabe que o homem nasce, mas um dia morre. Embora ele pensasse ser eterno no governo da Venezuela.

Diante do perigo da morte teve que agora recorrer à Igreja para pedir o sacramento da Unção dos Enfermos (foto acima). Este sacramento é ministrado para aqueles que têm uma enfermidade grave ou que esteja correndo risco de morte. No caso dele, ele tem uma doença grave.

O que quero com isso? Quero somente lembrar que até os inimigos da Igreja podem usufruir dos bens da Igreja. E mais: somos nós, os fiéis da Igreja, que queremos a conversão dos inimigos e não nos comportamos como o irmão do filho pródigo que disse ao Pai “esse daí gastou os teus bens com as meretrizes e agora dás a ele um banquete?”.

Claro, receber um sacramento (seja quem for) não é sinal de conversão verdadeira, às vezes pode ser uma conversão exterior e não interior. Mas rezemos que a enfermidade de Chávez e o sacramento ministrado a ele possa produzir frutos de conversão exterior e interior nesse candidato a ditador.

 

 

Bento XVI aos jovens

Posto aqui 10 conselhos de Bento XVI aos jovens (para a JMJ 2011). Extrai do site www.opusdei.org.br

1) Conversar com Deus

“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Durante estes dias (de Jornada Mundial da Juventude) podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.

2) Contar-lhe as penas e alegrias

“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o ‘direito de vos falar’ durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.

3) Não desconfiar de Cristo

“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso ‘sim’ ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”.

4) Estar alegres: querer ser santos

“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”.

5) Deus: tema de conversa com os amigos

“São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”.

6) No Domingo, ir à Missa

“Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente”.

7) Demonstrar que Deus não é triste

“Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não”.

8) Conhecer a fé

“Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura”.

9) Ajudar: ser útil

“Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes”.

10) Ler a Bíblia

“O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’”.

Fonte: opusdei.org.br

Revolução cultural no Brasil segue avançando

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Estamos presenciando nestes nossos tempos uma profunda revolução cultural (de inspiração marxista). Ela acontece a nível mundial, mas a nível nacional ela vai adiantada. Os teóricos da revolução sabem que a revolução cultural começa nas mentes, antes de partir para a política, o direito.

Vejamos alguns exemplos:

* Para a aprovação da lei do divórcio no Brasil (lei 6515/77) foi necessário que a Rede Globo lançasse novelas a respeito do tema e,só então, conseguiram êxito os defensores do divórcio.

* A sociedade brasileira foi preparada por muitos anos a chegada de um socialista ao poder. Lula, antes de ser eleito, foi colocado como o defensor dos trabalhadores, aquele que lutava pelos direitos trabalhistas, fundador de sindicatos, etc… Com muita resistência, ele só conseguir chegar ao poder depois de disputar 4 eleições presidenciais. Vale ressaltar que o partido dele defendia a ética na política (o que ficou só na teoria).

* FHC e Lula são iguais quando se trata de revolução cultural. O PNDH 3 é continuação do PNDH 1 e 2, estes lançados na época do presidente FHC e aquele, no mandato de Lula.

* Igrejas Católicas do Brasil inteiro foram contaminadas pelos ideológos da libertação. Leonardo Boff, provavelmente, é o homem mais lido nos seminários católicos do Brasil. Poderia aqui falar da inúmeras pastorais ligadas à heresia da libertação, mas não comportaria espaço o artigo.

* Nas escolas, as crianças foram e continuam sendo formadas pelas ideias esquerdistas dos livros e a moral judaico-cristã é atacada livremente sem existir que conteste. Em determinada época recente, quase nenhum bispo, padre ou pastor denunciou os erros ensinados nas escolas quanto à história da Igreja, quanto ao comunismo, etc…

* Chegamos então a 2011. STF aprova a chamada união gay, a marcha pela liberação da maconha e, provavelmente, aprovará a adoção de crianças por casais gays, o aborto de anencéfalos e outras coisa mais que a maioria da população não é unânime em aceitar.

Com estes exemplos, só quis mostrar que estamos numa profunda revolução cultural. E o que virá depois? Provavelmente, o socialismo, o comunismo e sei lá mais o quê (seria o AntiCristo?)

Por que posto uma coisa já falada de forma tão exaustiva na internet? Porque muitos católicos (ou não católicos) vivem como se tudo fosse normal e não estivesse acontecendo nada. Alguns afirmam “são os tempos”. Mas, o que alguns não sabem, é que existem engenheiros sociais fazendo com que pensemos assim.

Nós, cristãos, temos que deixar que a nossa mentalidade seja formada pela Palavra de Deus e não pela palavra desses senhores. Já dizia São Paulo: “precisais renovar-vos, pela transformação espiritual de vossa mente” (Ef. 4,23).

Portanto, tu que és cristão, abandona a mentalidade reinante e abraça a mentalidade de Cristo, pois a figura desse mundo passa, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. (citação livre de IJo2,17)

Belíssima iniciativa

Adiro à campanha de orações do pessoal da Fratres in unum. Você também é convidado a aderir a essa belíssima iniciativa.

                        Caros Leitores,

Em honra de Nossa Senhora do Carmo, cujo dia celebraremos no próximo sábado, e em vista da grave crise que se abateu em nossa Igreja nas últimas décadas, tomamos a iniciativa de lançar neste humilde espaço uma CRUZADA DE ORAÇÕES PELOS SACERDOTES. Nosso objetivo é pedir a nossa Mãe Santíssima que interceda por todos os sacerdotes do mundo, para que tenhamos santos e dignos Embaixadores de Cristo, assim como o aumento das vocações sacerdotais.

Que o Nosso Bom Deus ajude a todos os sacerdotes a perseverar no caminho da santidade, a despeito de quaisquer perseguições que estejam sofrendo; que fortaleça os sacerdotes tíbios, esclareça os confusos e restaure a Fé daqueles que se desviaram da sã doutrina.

Que tenhamos padres santos e piedosos, que corajosamente defendam e ensinem a Doutrina e a Tradição da Igreja na sua pureza e integridade!

Período: De hoje até (e incluindo) o dia de Nossa Senhora do Carmo.

Em que consiste a nossa Cruzada: Aos sacerdotes que nos lêem, pedimos Missas nessa intenção, e aos leigos e religiosos, Terços.

A caixa de comentários estará aberta apenas para a confirmação do número de Missas/Terços oferecidos ou para solicitação de orações para determinados sacerdotes.

Ex.: “Celebrarei 2 Santas Missas nesta intenção”, “Rezarei 3 Terços na intenção do Padre X, ao qual peço orações”.

Pedimos aos blogs e sítios amigos que também divulguem esta campanha.

“Senhor, dai-nos sacerdotes. Senhor, dai-nos santos sacerdotes. Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes.”

Mater et Decor Carmeli, ora pro nobis!

 

Medalha de São Bento

Hoje, 11 de julho, a Igreja celebra São Bento de Núrsia. Quis, nesta ocasião colocar um pouco da história da medalha de São Bento, tão poderosa contra as enfermidades e contra os ataques do Maligno. Vale ressaltar que a medalha não é um amuleto e sim um sacramental. Sua eficácia contra os males físicos e espirituais está condicionada a uma vida ascética (missa, orações, penitências, etc.)

A história da medalha de São Bento

São Bento usava com freqüência o sinal da cruz. Utilizava como forma de proteção, salvação e afirmação da vida e obra de Jesus. Fato é o episódio em que o cálice envenenado quebra-se ao ser feito o sinal da cruz sobre ele. O sinal da cruz era recomendado por ele a todos que estivessem passando por alguma aflição ou tentação maligna. Uma cruz era o selo dos monges na carta de sua profissão quando não sabiam escrever.

No século XVII, em Nattenberg, na Baviera, algumas mulheres acusadas de bruxaria afirmaram não ter conseguido sucesso em atingir o mosteiro beneditino de Metten. Ao ser investigado o fato, constatou-se que em seu interior estavam marcadas as paredes com diversas cruzes com algumas siglas misteriosas. Após alguns anos e mais pesquisas em bibliotecas e somente no século XX o mistério foi desvendado.

 Medalha de São Bento

 Eius in obitu nostro presentia muniamur. “Que a hora de nossa morte, nos proteja Tua presença”.

 Nas medalhas atuais, freqüentemente desaparece a frase que é substituída por esta: Crux Sancti Patris Benedicti, ou todavia, mais simplesmente, pela inscrição: Sanctus Benedictus.

Explicação do reverso 

Em cada um dos quatro lados da cruz:

C. S. P. B. Crux Sancti Patris Benedicti.

Cruz do Santo Pai Bento

Na vertical da cruz:

C. S. S. M. L.

Crux Sacra Sit Mihi Lux.

Que a Santa Cruz seja minha luz

Na horizontal da cruz:

N. D. S. M. D. Non Draco Sit Mihi Dux.

Que o demônio não seja o meu guia

Começando pela parte superior, no sentido do relógio:

V. R. S.

Vade Retro Satana.

Afasta-te Satanás

N. S. M. V.

Nunquam Suade Mihi Vana.

Não me aconselhes coisas vãs

S. M. Q. L.

Sunt Mala Quae Libas.

É mau o que me ofereces 

I. V. B.

Ipse Venena Bibas.

Bebe tu mesmo teu veneno

E a palavra PAX (PAZ) e nas mais antigas IESUS

 

  A Oração de São Bento 

A Cruz sagrada seja minha Luz               Crux Sacra Sit Mihi Lux

Não seja o Dragão meu guia                   Non Draco Sit Mihi Dux

Retira-te Satanás                                    Vade Retro Sátana

Nunca me aconselhes coisas vãs             Nunquam Suade Mihi Vana

É mal o que tu me ofereces                     Sunt Mala Quae Libas

Bebe tu mesmo do teu veneno                Ipse Venena Bibas

 

Porque 2% fala mais alto do que 98%?

Acabei de ler este artigo e não me contive. Faz-se necessário divulgá-lo, pois parece que o apresentador de TV está falando do Brasil (semelhanças não são meras coincidências).

 

ChristianPost.com

Um marciano que visitasse os Estados Unidos (e o Brasil também) de hoje poderia muito bem achar que metade da população é homossexual, e que a outra metade deseja ser homossexual.

Isso é bizarro, principalmente quando olhamos para as reais estatísticas que mostram que um número insignificante de 2% da população geral se identifica como “gay”.

Escrevendo em maio no jornal USA Today, Michael Medved, apresentador de um programa de rádio conservador, comentou: “O Instituto Williams de Direito e Políticas Públicas sobre Orientação Sexual ofereceu uma nova estimativa de identificação homossexual, concluindo que 1,7% dos americanos dizem que são gays, e um grupo levemente maior (1,8%) se identifica como bissexual…”

Apesar dos números pequenos (e Medved cita um estudo diferente que coloca o número numa percentagem de apenas 1,4), essa questão parece estar na vanguarda em todas as partes.

Quando o enredo dos Flintstones cantou de alegria pela primeira vez “teremos um tempo como nos tempos velhos e gays [gay em inglês costumava significar ‘feliz’]”, teria sido difícil imaginar como o sentido dessa frase mudou e virou um fenômeno que está varrendo o país inteiro.

Junho pode ter sido o mês do casamento do ano passado nos EUA, mas em junho deste ano o presidente declarou: “Agora, pois, eu, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, pela virtude da autoridade garantida a mim pela Constituição e leis dos Estados Unidos, proclamo por meio desta junho de 2011 Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero”.

Olhe para os programas de TV. Em setembro de 2010, o jornal [esquerdista] The New York Times comentou que havia um número recorde de personagens homossexuais de televisão.

Olhe para as escolas, onde as crianças poderiam aprender fatos básicos de história e matemática, mas estão lendo livros que valorizam famílias com duas lésbicas como mães.

De ponta a ponta do país, as pressões a favor do casamento de mesmo sexo estão nas manchetes. A Proposta 8, que foi o polêmico referendo na Califórnia para os eleitores defenderem a definição do casamento como entre um homem e uma mulher, foi derrubada num tribunal federal (anulando os votos de sete milhões de pessoas (no Brasil, com a decisão do STF foram anulados mais de 100 milhões de votos) e está sob recurso.

Em Nova Iorque, a assembleia legislativa acabou, mediante votação, de legalizar o casamento de mesmo sexo. Historicamente, essas coisas estão sendo impostas, por um ativismo judicial, contra a liberdade do povo decidir.

O primeiro casamento oficial de mesmo sexo nos Estados Unidos foi entre duas lésbicas de Massachusetts em 2004, ocasionado por uma ação judicial da ACLU. Graças ao ativismo judicial nesse estado, a constituição de 1780, escrita em grande parte por John Adams, foi torcida pelo mais elevado tribunal desse estado para impor o casamento de mesmo sexo.

Incidentalmente, esse primeiro casamento legal de mesmo sexo já terminou em divórcio.

O que aconteceu em Massachusetts como consequência da legalização do casamento de mesmo sexo?
Para os principiantes, a agenda da militância homossexual começou a dominar.

A Igreja Católica, que durante séculos ajudou a colocar órfãos em lares amorosos, já não pode mais trabalhar em Massachusetts porque a Igreja Católica não pode, em sã consciência, colocar essas crianças em lares homossexuais.

Enquanto isso, os alunos do primeiro grau de Massachusetts (por aqui é negócio anda pior) têm acesso a camisinhas nas escolas públicas. Conforme Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família comenta: O que é que crianças do primeiro grau poderiam fazer com camisinhas, a não ser talvez brigar jogando balões de água umas nas outras?

Penso que tudo isso é muito trágico, pois coloca outro prego no caixão da família americana. O estado da sociedade reflete o estado da família.

Por outro lado, uma das mais importantes, mas uma das menos divulgadas, histórias sobre homossexuais nos EUA é uma história de redenção.

Como produtor de alto escalão e apresentador do programa de televisão A Verdade que Transforma , tive o privilégio de entrevistar mais de vinte cinco ex-homossexuais. Em vez de descrever vidas de felicidade, eles descreveram uma vida cheia de sofrimento, amor condicional e rejeição (apesar de que a sociedade os estava abraçando totalmente).

Como um deles me disse: “Se você separá-los, um a um, há algumas pessoas que estão sofrendo profundamente”.
Mas por meio do poder do Evangelho, esses ex-homossexuais foram libertos de seu estilo de vida do passado.
Alguns até chegaram a se casar (com alguém do sexo oposto — suponho que hoje em dia temos de esclarecer essas coisas). Um dos que entrevistei estava casado há uma década, e agora tinha três belos filhos.

Eles são eternamente gratos pela transformação em seus corações e são parte de uma associação chamada Exodus International.

Um ex-homossexual me disse: “Nunca senti felicidade de ser gay, porém ninguém nunca me ofereceu uma saída”. Mas quando alguém realmente me ofereceu uma saída, ele a aproveitou e foi transformado de dentro para fora.

Como outro ex-gay explicou: “Nunca sonhei que mudaria, que me levaria ao ponto na minha vida em que não mais seria uma tentação… Nunca é tarde demais para mudar — porque eu mudei quando decidi que não ia mais me envolver com a homossexualidade”.

Há alguns ex-gays que voltaram aos velhos hábitos? Claro que sim. Esses casos me fazem recordar de ex-fumantes. Só porque alguns ex-fumantes voltam a fumar não significa que outros não tenham a capacidade de abandonar a homossexualidade para sempre.

Eu só desejaria que, ao visitar a terra, o marciano ficasse sabendo de ex-gays e ex-lésbicas, pois eles são uma parte importante desse quadro.

Mídia ataca Dom Bergonzini e Myriam Rios

Parece piada, mas falar qualquer coisa que a mídia considera errado dá ibope. E pior ainda se for católico.

É o que está acontecendo com oDom Bergonzini (o bispo de Guarulhos que falou contra o aborto na campanha eleitoral) e com Myriam Rios (deputada católica que falou contra a PEC 23 do RJ que incluía a orientação sexual como um dos direitos individuais).

Ambos falaram coisas que a mídia e os esquerdistas do Brasil não suportam ouvir. O que é? Algumas verdades.

 O bispo falando sobre o aborto afirmou que nem sempre uma mulher que se diz vítima de abuso é tão vítima assim e ela pode chegar no médico afirmando ser vítima de estupro e autorizada a abortar. Ele estava querendo dizer que não há um mecanismo que investigue a fundo a alegação. Só que interpretaram que ele estava culpando a mulher pelo abuso (coisa de gente preconceituosa que não aceita raciocínios diferentes). Além disso, pegaram uma comparação que ele fez e fizeram uso da comparação para atacá-lo.

Myriam Rios além de ser acusada de homofóbica (expressão que ainda não tem uma definição certa, ou porque significa medo do homossexualismo ou raíva contra os homossexuais), foi acusada de associar pedofilia com homossexualismo. Já comentei sobre isso aqui.

Eliane Brum, colunista da Revista Época, escreveu um artigo no qual ela inicia dizendo que os católicos que vivem o evangelho deve ter vivido um mês de junho tenebroso diante dos discursos de Dom Bergonzini e de Myriam Rios. Ela se engana. Os católicos que verdadeiramente querem viver o evangelho se alegraram em ver que ainda há pessoas públicas que são capazes de defender a moral judaico-cristã.

Já Marcos Rolim do Jornal Zero Hora titula seu artigo como tortura no confessionário. Não vou entrar em detalhes, mas você já pode imaginar sobre quem e o que ele está se referindo.

A mídia está fazendo o seu papel de questionar as opiniões, mas não distorcer a verdade ou manipular a opinião pública em detrimento daqueles que não pensam politicamente correto.

Vale a pena lembrar aqui que os cristãos amam a liberdade e a democracia. Os cristãos têm o direito de expressar suas opiniões, pensamentos e doutrinas, mesmo que muitos pensem ao contrário.

Nenhum cristão quer tapar a boca daqueles que pensam contrários a nós (como alguns querem fazer com os cristãos), mas queremos ter a liberdade e o direito de cidadania.

Abaixo a ditadura e viva a liberdade de expressão!

Igreja Católica Apostólica Carismática em Poços de Caldas

Recentemente li vários comentários pela internet dizendo que a Renovação Carismática Católica de Poços de Caldas havia se afastado da Igreja Católica. Claro, são comentários maldosos de gente ignorante ou de pessoas que querem disseminar a confusão entre os católicos.

Já no comunicado oficial da diocese de Guaxupé fica claro que a RCC não tem nada a ver com a ICAC (igreja católica apostólica carismática).

É importante esclarecer que a RCC é um desses novos movimentos católicos surgidos após o Concílio Vaticano II; a RCC é, portanto, fiel à Igreja Católica, ao Papa e aos bispos (embora em alguns membros há certos desequilíbrios, excessos na liturgia ou falta de adesão ao ensino tradicional da Igreja).

Agora, a Igreja Católica Apostólica Carismática nada tem a ver com a Igreja Católica Apostólica Romana. De fundo, a Igreja lembra alguns princípios pregados por Leonardo Boff (Igreja: carisma e poder) e pelos protestantes, ainda que ela tenha algumas semelhanças com a estrutura da Igreja Católica. É importante esclarecer que existem outras igrejas semelhantes, como a Igreja Católica Carismática.

Abaixo coloco alguns detalhes da ICAC. Se você for atento, perceberá que ela segue aquilo que o mundo e os teólogos liberais querem. Outros, no entanto, vão pensar assim: “mas é o que eu acredito também”.

A ICAC é uma igreja que:

1 - POSSUI 7 SACRAMENTOS (o Matrimônio, por exemplo, pode ser recebido mais de uma vez);

2 – A CONFISSÃO NÃO É AURICULAR (para eles, a confissão é direta com Deus);

3 - SEM LEI DO CELIBATO (o bispo, padre ou diácono pode ser casado ou solteiro, ele decide qual o estado de vida);

4 - OS MORTOS NÃO PRECISAM DE ORAÇÃO (segundo eles, os mortos já têm um destino selado);

5 – O PAPA não é tido como o Chefe (Visível) supremo da Igreja (para eles o Papa é um primus inter pares – primeiro entre os iguais, é apenas o bispo de Roma);

6 – ABORTO é repreensível, embora admitido quando a gestante possa ter sua vida posta gravemente em risco;

7 – MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS é decisão do casal, não há qualquer pronunciamento da igreja a respeito.

Posso afirmar que a tal igreja só veio com uma finalidade: afastar os católicos da verdadeira Igreja, a de Jesus Cristo, a que Ele disse a Pedro “sobre esta pedra (Pedro) edificarei a Minha Igreja” Mt. 16,18

Pelo exposto, fica claro que a tal paróquia a ser inaugurada em Poços de Caldas nada tem a ver com a Renovação Carismática Católica (que é fiel à Igreja e não prega tais princípios) e a RCC de Poços não se afastou da Igreja.

Pe. Stefano Gobbi: um exemplo!

 

Dia 29 de junho de 2011 partiu desta terra Pe. Stefano Gobbi.

Pe. Gobbi era um sacerdote profundamente mariano, recebia da Virgem Maria mensagens através de locuções interiores; embora não gostasse de ser chamado de fundador, pois para ele quem fundou o Movimento Sacerdotal Mariano foi a própria Virgem Maria, mas ele estava à frente dessa obra que tinha como objetivo levar os sacerdotes a se consagrarem ao Coração Imaculado de Maria e por meio dela viver uma vida sacerdotal na santidade. A consagração a Maria foi difundida também entre os religiosos e leigos.

Mas também com a consagração, ele queria que todos tivessem um verdadeiro amor ao Papa e levar os sacerdotes e fiéis a obedecê-lo, para por um fim a todo ataque ao Magistério da Igreja.

Não foi por acaso que Pe. Gobbi morreu no dia do Papa (Solenidade de São Pedro e São Paulo). Morrer nesse dia foi algo providencial! Tal fato confirma sua fidelidade à Igreja e seu amor incondicional ao Papa.

Como não dizer também da providência divina para esse sacerdote no que tange ao seu sepultamento? Tendo falecido no dia 29, seu enterro aconteceu no dia 02 de julho – dia em que a Igreja estava celebrando a Festa do Imaculado Coração de Maria. Seria só coincidência? Penso que não. É mais uma  confirmação de sua missão.

Ele poderia ter morrido e ter sido sepultado em outra data, mas a providência agiu e ele faleceu numa data tão significativa e num ano tão significativo que a Festa do Coração de Jesus e do Coração de Maria se daria em julho e não em junho, como de costume.

Que desde a eternidade, Pe. Gobbi continue a olhar por nós… que desde o céu a Virgem Maria continue abençoando todos os sacerdotes e fiéis que são consagrados a Ela e faça com que todos persigam os caminhos que Pe. Gobbi perseguiu aqui na terra.

 

Imagem de Nossa Senhora é quebrada por um “evangélico”

“Adorai somente a Deus, adorai somente a Deus, adorai somente a Deus”, gritou o homem supostamente evangélico a sair de uma missa no domingo (3) de uma igreja de Iguarapava (SP). Ele tinha acabado de quebrar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, jogando-a no chão, diante do padre.

Uma câmara interna filmou toda a sequência da violência. Mostra, inclusive, quando o homem entra na igreja e se senta logo na primeira fileira, onde não ficou por mais de 10 minutos.

Iguarapava tem cerca de 28 mil habitantes e fica a 440 km de São Paulo.

Cacos da imagem

A imagem quebrada é a réplica de outra que na década de 90 ficou conhecida por chorar sangue.

O frei Edimilson Oliveira da Cunha, antes de terminar a missa, colocou a imagem original no altar, que, agora, voltou a ser substituída por uma réplica.

A polícia disse já saber a identidade do homem, que se encontra foragido.

Com informação da EPTV.

Fonte: http://www.paulopes.com.br/

Beijo gay incomoda família brasileira

 

A cena de um beijo entre dois homossexuais, que seria exibida no dia 7 de julho na novela “Amor e Revolução”, foi vetada pela direção do canal de televisão SBT.

Em um comunicado oficial, o canal disse que “realizou uma pesquisa para avaliar o desempenho de ‘Amor e Revolução’”. E o resultado “apontou a insatisfação do público” em relação às essas cenas que “incomodaram a maioria das famílias brasileiras”.

Segundo o autor da novela, Tiago Santiago, que teve que acatar a decisão da direção, “há uma preocupação com a audiência mais conservadora”.

O fato do SBT se ver na obrigação de dar marcha ré nessa investida demonstra a força do conservadorismo na opinião pública brasileira, que infelizmente muitas e muitas vezes não é levada em conta pelas mídias. Do outro lado, fica clara a artificialidade da pressão do movimento homossexual, que nada seria se não fosse o apoio aberto e declarado dessas mesmas mídias, para não mencionar os governos.

Para você, leitor, os programas de televisão, em geral, tem se preocupado com a família?

União gay anulada mais uma vez

Pela segunda vez, em apenas quinze dias, um juiz de Goiás anulou união gay. Segundo o juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, não há previsão constitucional de união entre pessoas do mesmo sexo.

Mesmo sabendo que a decisão do magistrado será derrubada, ele continua firme contra a decisão do Supremo Tribunal Federal. Para ele, o Judiciário não pode alterar a Constituição. E nesse ponto, o magistrado está certo. Se se querem mudar a Constituição, reúna-se o Poder Legislativo, debata a questão e votem uma emenda constitucional.

Vale ressaltar que, mesmo que a Constituição seja alterada, para nós cristãos o casamento é a união entre um homem e uma mulher e essa lei divina nunca poderá ser alterada.

 

Sagrado Coração e Preciosíssimo Sangue de Jesus

Hoje, 01 de julho, a Igreja celebra a festa do Sagrado Coração de Jesus. Coincidentemente, é o dia em que se costuma celebrar o Preciosíssimo Sangue de Jesus. O Sangue que brotou do Coração aberto do Senhor na Cruz.

Peçamos hoje que esse Sangue que corre do Coração de Nosso Senhor – coração que tanta ama os homens e deles só recebe ofensas e ingratidão –  lave nossas almas e nosso coração.

Na verdade, o Sangue de Jesus purifica-nos de todos os pecados e aspergido sobre nós, nos dá proteção contra todos os males espirituais e físicos.

À Bem – Aventurada Alexandrina de Balasar, cuja alma recebeu de uma forma mística e real o Sangue do Cordeiro, disse Jesus: ― « Vem então receber a gota do Meu divino Sangue, que vai dar força e vida ao teu sangue. É sangue novo e vida nova que vai correr nas tuas veias, que vai viver em ti »

Também nós queremos receber uma gota do divino Sangue que escorre do Coração de Jesus para nos dar força na caminhada e vida nova correndo em nossas veias, para que fortes e firmes na fé consigamos chegar às alegrias eternas.